Após a eleição do novo papa, que é americano e tem raízes peruanas, a direita brasileira ficou insatisfeita. O papa, conhecido por suas posições sobre desarmamento e meio ambiente, gerou protestos entre os bolsonaristas, que fizeram comentários sarcásticos e pediram mudanças. Um frade expressou seu descontentamento dizendo que sua batina nunca seria vermelha. Além disso, um bolsonarista criticou a situação política, mencionando que a Polícia Rodoviária Federal deixou pessoas votarem. Em meio a isso, alguns patriotas consideraram mudar de religião, com uma referência a Maomé que sugere que ele não quer mais descer da montanha.
Após a eleição do novo papa, descrito como americano de nascença e peruano de coração, a direita brasileira manifestou descontentamento. O pontífice, que dedicou sua vida a missões no Peru, defendeu causas como desarmamento e meio ambiente, além de criticar o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A reação de grupos bolsonaristas foi intensa. Ao saber da fumaça branca que anunciou a eleição do novo papa, muitos gritaram: “Queremos fumaça impressa e auditável!”. Um frade, vestido com hábito marrom, protestou afirmando: “Minha batina jamais será vermelha.” A insatisfação se intensificou com comentários sarcásticos nas redes sociais.
Além disso, um bolsonarista comentou sobre a suposta falha da Polícia Rodoviária Federal, insinuando que permitiu que pessoas indesejadas votassem. Em meio a essa polarização, surgiram relatos de que alguns patriotas consideram abandonar o cristianismo em favor do Islã, levando a uma resposta irônica: “Maomé foi até a montanha, subiu no topo e não quer mais descer.”
Esses eventos refletem a divisão entre os grupos de direita no Brasil, especialmente em relação a figuras de destaque como o novo papa.
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