Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ibama realiza maior operação contra desmatamento ilegal e gera tensão no Pará

Ibama embarga 70 mil hectares na Amazônia, gerando tensão entre ruralistas e o governo do Pará às vésperas da COP30.

0:00
Carregando...
0:00

Uma grande operação do Ibama na Amazônia embargou mais de 70 mil hectares de terras no Pará, gerando descontentamento entre os ruralistas. O governador Helder Barbalho se reuniu com autoridades e representantes do agronegócio para discutir a situação e buscar soluções. A operação, que usou tecnologia de satélite para identificar desmatamentos ilegais, foi a maior da história do Ibama e afetou cerca de 5.000 fazendas em vários estados. Os ruralistas reclamam que muitos embargos foram injustos e que o prazo de 30 dias para retirar o gado das áreas embargadas é muito curto. O governo do Pará defende que os proprietários deveriam ser notificados antes de serem embargados, enquanto o Ibama argumenta que isso poderia permitir que infratores escapassem das punições. A operação foi uma resposta ao aumento do desmatamento na região e acontece em um momento crítico, com a COP30 se aproximando.

Uma mega operação do Ibama (Instituto Brasileiro dos Recursos Naturais Renováveis) embargou mais de 70 mil hectares no Pará, gerando revolta entre ruralistas. O governador do estado, Helder Barbalho (MDB), se reuniu com autoridades para discutir a situação e buscar soluções.

A operação, realizada entre o final de abril e o início de maio, é considerada a maior da história do Ibama contra o desmatamento ilegal. Utilizando tecnologia de monitoramento por satélite, o órgão identificou áreas desmatadas sem autorização. O embargo afetou cerca de 5.000 fazendas em vários estados, incluindo o Pará, que sediará a COP30 em novembro.

Barbalho, que tem apoio de ruralistas e de setores do agronegócio, acionou o Palácio do Planalto e se reuniu com a ministra Gleisi Hoffmann (Secretaria de Relações Institucionais). O senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) também protocolou um pedido de audiência com o Ibama. A reunião, que não contou com a presença do órgão, terminou sem soluções concretas.

Os ruralistas criticam a forma como os embargos foram aplicados, alegando que muitos foram injustos. Estimativas indicam que de 10% a 15% dos embargos podem ter sido equivocados, afetando entre 200 e 300 fazendeiros. O governo do Pará defende que medidas com impacto socioeconômico sejam analisadas individualmente para evitar prejuízos a produtores regulares.

A operação, chamada de “embargão”, foi uma resposta ao aumento do desmatamento na Amazônia e à iminência da temporada de incêndios. O Ibama determinou que os proprietários retirassem o gado das áreas embargadas em 30 dias, sob pena de multas e restrições ao crédito rural. O governo estadual argumenta que os proprietários deveriam ter sido notificados antes dos embargos.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais