O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou que o governo está buscando novas opções para o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), que atualmente ajuda 21,5 milhões de trabalhadores no Brasil com vales alimentação e refeição. Ele afirmou que o objetivo é reduzir custos e intermediações, para que os consumidores possam comprar mais e melhor. Alckmin mencionou que o governo está considerando várias alternativas, mas não deu detalhes sobre elas. Uma das principais reclamações do setor é sobre as altas taxas cobradas em relação aos vales, que impactam os preços de alimentos e refeições, especialmente para pequenos estabelecimentos. O governo já havia sinalizado anteriormente que pretende limitar essas taxas e agilizar as transações. Uma ideia discutida foi o uso do Pix para pagamentos diretos, mas essa proposta enfrenta resistência de empresas do setor.
O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou, nesta segunda-feira (12), que o governo brasileiro está em busca de alternativas ao Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). O objetivo é reduzir custos e intermediações no sistema de vales alimentação e refeição, beneficiando diretamente os consumidores. Alckmin fez a declaração durante a Apas Show, convenção da Associação Paulista de Supermercados.
Atualmente, o PAT atende 21,5 milhões de trabalhadores no Brasil, sendo que aproximadamente 86% deles recebem até cinco salários mínimos. O programa é mantido por cerca de 300 mil empresas que, em troca, recebem incentivos fiscais. O mercado movimenta cerca de R$ 170 bilhões anualmente.
O vice-presidente destacou a necessidade de melhorar a capacidade de compra dos consumidores e dos fornecedores. Ele mencionou que o governo está considerando várias alternativas, mas não forneceu detalhes específicos. Entre as demandas do setor, está a redução das taxas cobradas sobre os vales, que impactam os preços de alimentos e refeições, especialmente para estabelecimentos menores.
Em abril, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, já havia indicado que o governo estudava alternativas para o PAT. Ele afirmou que as taxas poderiam ser reduzidas “no amor ou na dor”. Uma das propostas discutidas foi o depósito direto dos benefícios via Pix, mas essa ideia enfrenta resistência de empresas do setor e associações de bares e restaurantes.
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