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Haddad pede a EUA revisão de tarifas sobre importações da América Latina

Haddad pede revisão das tarifas sobre importações da América Latina, destacando o déficit comercial com os EUA como justificativa.

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pediu ao secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, que reavaliasse as tarifas sobre importações da América Latina. Haddad argumentou que essas tarifas não fazem sentido, já que os países da região têm um déficit comercial com os EUA. Ele afirmou que os Estados Unidos deveriam ser mais generosos com a América Latina e a América do Sul. Durante uma entrevista, Haddad mencionou que Bessent reconheceu a “anomalia” das tarifas. Atualmente, as tarifas comerciais para exportações do Brasil são de 10%, e as taxas sobre produtos importados foram anunciadas pelo ex-presidente Donald Trump no mês passado. Haddad, que é do PT e assumiu o cargo em janeiro de 2023, é visto como um possível sucessor de Lula.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, solicitou ao secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, que reavaliasse as tarifas sobre importações da América Latina. Haddad argumentou que o chamado “tarifaço” não é justificável, considerando que os países da região apresentam déficit comercial com os EUA.

Durante uma entrevista ao Canal UOL, Haddad afirmou que os Estados Unidos deveriam ter uma abordagem mais generosa em relação à América Latina e à América do Sul. O encontro entre o ministro e Bessent ocorreu na semana passada, onde o representante da Casa Branca reconheceu a “anomalia” das tarifas impostas.

Atualmente, as tarifas comerciais para exportações do Brasil são de 10%. As taxas recíprocas para produtos importados foram anunciadas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, no mês passado. Haddad, que assumiu o cargo em janeiro de 2023, é considerado um potencial sucessor de Luiz Inácio Lula da Silva.

O ministro enfatizou que a imposição de tarifas não faz sentido, dado o contexto econômico. A posição de Haddad reflete uma preocupação com as relações comerciais entre os países da América Latina e os Estados Unidos, que podem impactar diretamente a economia brasileira.

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