O filho de Joaquín “El Chapo” Guzmán, Ovidio Guzmán, foi extraditado para os Estados Unidos em setembro de 2023, onde enfrenta acusações de tráfico de drogas, incluindo fentanilo. Recentemente, 17 membros da família de Ovidio cruzaram a fronteira para os EUA, o que surpreendeu as autoridades mexicanas e parece estar ligado a um acordo de negociação entre Ovidio e o governo americano. O secretário de Segurança do México, Omar García Harfuch, confirmou que a saída da família está relacionada a essa negociação, mas o governo mexicano não fez comentários oficiais sobre o assunto. Ovidio, que foi preso em janeiro de 2023 após um confronto violento, aceitou se declarar culpado em troca de fornecer informações sobre o cartel de Sinaloa. A situação gera preocupações sobre a relação entre os dois países, especialmente em um momento em que o governo mexicano tenta mostrar seu compromisso no combate ao tráfico de drogas. Ovidio é um dos filhos de El Chapo que está sob custódia nos EUA, e seu caso se torna cada vez mais complexo com as movimentações de sua família e as negociações em andamento.
O filho de Joaquín “El Chapo” Guzmán, Ovidio Guzmán, foi extraditado para os Estados Unidos em setembro de 2023, enfrentando acusações de tráfico de drogas, incluindo fentanilo. Recentemente, dezessete familiares de Ovidio cruzaram a fronteira para os EUA, possivelmente como parte de um acordo de negociação entre ele e as autoridades americanas. Ovidio se prepara para se declarar culpado.
O secretário de Segurança e Proteção Cidadã do México, Omar García Harfuch, confirmou que a saída dos familiares está relacionada a um processo de negociação. Ele destacou que Ovidio foi detido por autoridades mexicanas em janeiro de 2023, em uma operação que resultou em 29 mortes, incluindo a de militares. Harfuch afirmou que a movimentação da família é uma consequência clara das negociações com o Departamento de Justiça dos EUA.
A mãe de Ovidio, Griselda López, e outros parentes foram vistos em cruzamentos de fronteira na Califórnia. Apesar da confirmação de Harfuch, o governo mexicano, incluindo a presidente Claudia Sheinbaum, não se manifestou oficialmente sobre o assunto. A situação levanta questões sobre a relação entre os dois países, especialmente em um contexto de crescente pressão dos EUA para combater o tráfico de fentanilo.
Ovidio Guzmán, um dos principais traficantes de fentanilo, aceitou um acordo para se declarar culpado em troca de informações sobre o Cartel de Sinaloa. A situação se complica ainda mais com a captura de Ismael “El Mayo” Zambada, um dos líderes do cartel, que ocorreu em julho de 2024. A relação entre os irmãos Guzmán e Zambada se deteriorou, resultando em uma guerra interna no cartel.
As negociações em torno de Ovidio e a movimentação de sua família refletem a complexidade das relações entre o México e os EUA no combate ao narcotráfico. O futuro do Cartel de Sinaloa continua incerto, enquanto as autoridades buscam informações cruciais para desmantelar a organização criminosa.
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