A ministra Anielle Franco defendeu que mulheres em cargos de poder têm o direito de se manifestar, em resposta às críticas à primeira-dama Janja, que gerou polêmica ao comentar sobre o TikTok durante um jantar com o líder chinês Xi Jinping. Anielle afirmou que os ataques a mulheres em posições de decisão são desproporcionais e afetam todas no governo Lula. Ela também destacou avanços do ministério, como a renovação da lei de cotas no serviço público e no ensino superior. O evento em São Paulo, promovido pelo grupo jurídico Prerrogativas, contou com a presença de intelectuais e advogados que discutiram a importância de visibilidade para as ações do governo. Após a controvérsia, o TikTok se mostrou disposto a dialogar com o governo brasileiro e o presidente Lula reafirmou a necessidade de regulamentação das plataformas digitais.
A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, defendeu a importância de mulheres em posições de poder se manifestarem, em resposta a críticas direcionadas à primeira-dama Janja. Durante um evento em São Paulo, Anielle afirmou que toda mulher tem o direito de se posicionar e que os ataques desproporcionais a elas são uma realidade que afeta todas as integrantes do governo Lula.
A declaração de Anielle ocorreu após a primeira-dama ser alvo de polêmica por seus comentários sobre os efeitos do TikTok no Brasil durante um jantar com o líder chinês Xi Jinping. A ministra destacou que Janja tem a capacidade de se expressar livremente, assim como todas as mulheres em cargos de decisão. Ela compartilhou sua própria trajetória, lembrando que sua identidade como mulher negra e favelada a motiva a lutar por representatividade.
Conquistas do Ministério
Anielle também mencionou avanços do ministério sob sua gestão, como a renovação da lei de cotas no serviço público e no ensino superior. O evento, promovido pelo grupo jurídico Prerrogativas, contou com a presença de intelectuais e advogados, que discutiram a importância de dar visibilidade às ações do governo.
O TikTok, por sua vez, manifestou interesse em dialogar com o governo brasileiro após a controvérsia. A plataforma enviou uma carta ao Itamaraty, informando que está disposta a discutir sua atuação no país. O presidente Lula reafirmou a necessidade de regulamentação das plataformas digitais, incluindo o TikTok, em defesa da segurança e da saúde pública.
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