A eleição interna do Partido dos Trabalhadores (PT) revelou divisões na corrente majoritária, a Construindo um Novo Brasil (CNB). Enquanto a CNB conseguiu escolher um candidato para a presidência nacional, nos diretórios estaduais houve fragmentação, com diferentes candidatos sendo apoiados em estados como São Paulo, Paraná, Bahia e Minas Gerais. Atualmente, há quatro candidatos à presidência nacional: Edinho Silva, da CNB, Rui Falcão, do Novo Rumo, Valter Pomar, da Articulação de Esquerda, e Romênio Pereira, do Movimento PT. Essa eleição é a primeira em sete anos e é vista como crucial para as próximas eleições gerais de 2026, quando Lula deve tentar a reeleição. Em São Paulo, o candidato oficial da CNB é Kiko Celeguim, mas ele enfrenta resistência interna, especialmente após o deputado Antonio Donato, do Novo Rumo, entrar na disputa. No Paraná, Zeca Dirceu e Arilson Chiorato, ambos da CNB, competem pela presidência do diretório estadual, mas negam qualquer divisão. Na Bahia, Rui Costa e Jaques Wagner, ambos da CNB, estão em lados opostos na disputa, que conta com sete candidatos. Em Minas Gerais, a CNB lançou Leninha, mas outros membros da corrente apoiam Dandara Tonantzin, da Resistência Socialista.
A eleição interna do Partido dos Trabalhadores (PT) revelou divisões na corrente majoritária Construindo um Novo Brasil (CNB). A disputa, que ocorre em meio à preparação para as eleições gerais de 2026, apresenta quatro candidatos à presidência nacional: Edinho Silva, Rui Falcão, Valter Pomar e Romênio Pereira. Enquanto a CNB conseguiu um consenso para a presidência nacional, nos diretórios estaduais a fragmentação é evidente.
Em São Paulo, o atual presidente do diretório estadual, Kiko Celeguim, enfrenta resistência interna. O deputado estadual Antonio Donato, da corrente Novo Rumo, lançou sua candidatura, desafiando a liderança da CNB. Donato argumenta que o PT precisa de uma chapa forte para apoiar a reeleição de Lula e critica a situação atual do partido no estado.
Disputas Estaduais
No Paraná, o deputado federal Zeca Dirceu também se lançou à presidência do diretório estadual, enfrentando o atual presidente Arilson Chiorato. Ambos pertencem à CNB, mas Zeca já teve conflitos com o grupo de Gleisi Hoffmann, que apoia Chiorato. Apesar das divergências, ambos negam uma divisão na corrente.
A disputa na Bahia é marcada por rivalidade entre Rui Costa e Jaques Wagner, ambos ex-governadores. A CNB apresenta Jonas Paulo como candidato oficial, mas Tássio Brito, da tendência Esquerda Popular Socialista (EPS), também está na corrida. As articulações entre os líderes dificultaram a definição de um único nome.
Cenário em Minas Gerais
Em Minas Gerais, a CNB lançou a deputada estadual Leninha para a presidência do diretório. No entanto, figuras influentes da própria corrente, como Cristiano Silveira e Reginaldo Lopes, apoiam Dandara Tonantzin, da corrente Resistência Socialista. A fragmentação interna na CNB reflete a complexidade das articulações políticas do PT em todo o país, enquanto o partido se prepara para um ciclo eleitoral decisivo.
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