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Militantes de direita são agredidos e expulsos de universidade no Rio

Militantes de direita foram agredidos na UFF durante distribuição de panfletos. Universidade repudia a violência e reforça segurança no campus.

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Militantes dos partidos PL e Novo foram agredidos e expulsos da Universidade Federal Fluminense (UFF) em Niterói enquanto distribuíam panfletos com a frase “Na UFF a direita se cria sim”. O grupo, parte do movimento União Direita Nacional, afirmou que não provocou a hostilidade que enfrentou. A UFF e seu Conselho Universitário repudiaram a violência e destacaram que ações de grupos de direita e extrema-direita tentam deslegitimar a universidade. A instituição se posicionou contra a intolerância e lembrou que episódios semelhantes ocorreram em outras universidades, como Unicamp, USP e UnB. Para aumentar a segurança, a UFF vai intensificar as rondas de vigilância nos campi e orientou os alunos a chamar a segurança em casos de conflito e registrar boletins de ocorrência em situações de agressão.

Integrantes de partidos de direita, como o PL e o partido Novo, foram agredidos e expulsos do campus da Universidade Federal Fluminense (UFF) em Niterói, na última quinta-feira, 15 de outubro. O grupo, que faz parte do movimento União Direita Nacional, estava distribuindo panfletos com a frase “Na UFF a direita se cria sim” quando foi hostilizado.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram os militantes sendo agredidos. Em resposta, o grupo denunciou a falta de diálogo e a agressividade enfrentada, afirmando que não houve provocações de sua parte. O Conselho Universitário da UFF emitiu uma moção de repúdio, destacando que ações de grupos de direita e extrema-direita visam deslegitimar a universidade.

A UFF se posicionou contra a violência e a intolerância, afirmando que não tolerará discursos antidemocráticos. Em nota, a universidade ressaltou que episódios semelhantes têm ocorrido em outras instituições, como Unicamp, USP e UnB. A UFF também orientou os estudantes a acionar a segurança em casos de conflito e a registrar boletins de ocorrência em situações de agressão.

Para reforçar a segurança, a universidade anunciou que intensificará as rondas de vigilância nos campi, visando proteger a comunidade acadêmica e visitantes. A situação reflete a crescente tensão política nas universidades brasileiras, especialmente em relação a grupos de direita.

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