Na manhã de sexta-feira, 9, o papa Leão XIV celebrou sua primeira missa na Capela Sistina, em uma cerimônia chamada Missa Pro Ecclesia, que reúne o novo papa e os cardeais que participaram do conclave. Durante a missa, ele usou uma veste papal feita para o papa Francisco, que nunca chegou a usá-la. Essa roupa foi criada pelo designer Filippo Sorcinelli, que combina tradição e estilo moderno. A escolha da veste mostra respeito pelo pontificado anterior e também destaca a preocupação com a sustentabilidade, já que o reaproveitamento de roupas é uma tendência crescente, inclusive na Igreja. Um hábito papal pode custar entre 1.000 e 8.000 euros, tornando o reaproveitamento uma opção prática e simbólica. Isso mostra como o vestuário papal pode se adaptar a novas ideias e histórias.
Na manhã de sexta-feira, 9, o papa Leão XIV celebrou sua primeira missa como pontífice na Capela Sistina. A cerimônia, conhecida como Missa Pro Ecclesia, reuniu os cardeais eleitores que participaram do conclave. Durante a celebração, o papa vestiu uma indumentária criada para o papa Francisco, que não chegou a usá-la.
A veste, desenhada pelo estilista italiano Filippo Sorcinelli, combina tradição litúrgica com estética contemporânea. Essa escolha simboliza continuidade e respeito ao pontificado anterior, além de refletir uma crescente preocupação com a sustentabilidade na Igreja. O uso de vestes papais pode variar entre R$ 1 mil e R$ 8 mil, dependendo dos materiais e acabamentos, tornando o reaproveitamento uma opção prática e simbólica.
A iniciativa de usar uma peça já confeccionada demonstra como o Vaticano pode se alinhar às tendências modernas de upcycling, que buscam ressignificar roupas e histórias. Esse gesto é um exemplo claro de como a Igreja Católica está se adaptando a novas demandas sociais, mantendo sua essência enquanto abraça a sustentabilidade.
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