O uso de bonecas ultra realistas, chamadas bebês reborn, para furar filas em hospitais e serviços de atendimento preferencial está gerando preocupações. O deputado Zacharias Calil anunciou que vai apresentar um projeto de lei para combater essa prática. A proposta prevê multas de até 20 salários mínimos para quem for pego usando as bonecas de forma inadequada. Calil ressaltou a importância de agir rapidamente para proteger quem realmente precisa de atendimento. Ele acredita que as multas podem ajudar a desestimular essa conduta. O projeto agora precisa passar por tramitação e pode mudar a forma como os serviços de saúde e atendimento preferencial são utilizados no Brasil.
A utilização de bonecas ultra realistas, conhecidas como bebês reborn, para furar filas em hospitais e serviços de atendimento preferencial tem gerado preocupação. O deputado Zacharias Calil (União-GO) anunciou que protocolará um projeto de lei nesta terça-feira, 20, visando coibir essa prática. A proposta prevê multas que podem chegar a 20 salários mínimos para quem for flagrado utilizando as bonecas de forma indevida.
Calil destacou a necessidade de uma resposta rápida do Congresso para combater essa situação, que prejudica aqueles que realmente necessitam de atendimento. “Se não botar a mão no bolso, não vai respeitar”, afirmou o deputado, enfatizando a urgência da questão. O projeto de lei inclui uma infração específica para o uso indevido das bonecas, buscando garantir que o atendimento preferencial seja respeitado.
A prática de usar bonecas reborn para obter vantagens em filas tem se tornado cada vez mais comum, levantando debates sobre ética e respeito ao próximo. O parlamentar acredita que a imposição de multas pode ser uma solução eficaz para desestimular essa conduta. “É preciso proteger quem realmente precisa de atendimento”, concluiu Calil. A proposta agora aguarda tramitação e poderá impactar a forma como os serviços de saúde e atendimento preferencial são utilizados no Brasil.
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