O júri do tenente da Polícia Militar Henrique Otávio Oliveira Velozo, acusado de matar o lutador Leandro Lo em agosto de 2022, foi suspenso menos de 24 horas antes de começar. A defesa de Velozo pediu a suspensão, alegando que o juiz excluiu peritos contratados sem aviso, o que prejudicou o direito de defesa. O desembargador Marco Antônio Cogan aceitou o pedido, afirmando que a mudança repentina poderia desequilibrar o julgamento. O novo júri deve ser marcado para agosto, quando se completam três anos da morte de Lo. A mãe do lutador expressou indignação com a situação. Velozo está preso e afirma que agiu em legítima defesa durante o incidente, que ocorreu em um show.
O júri de Henrique Otávio Oliveira Velozo, tenente da Polícia Militar acusado de assassinar o lutador Leandro Lo, foi suspenso na quarta-feira (21), menos de 24 horas antes do início previsto. A decisão foi tomada pelo desembargador Marco Antônio Cogan, do Tribunal de Justiça de São Paulo, após a defesa alegar que o juiz excluiu peritos contratados sem aviso prévio, prejudicando o direito de defesa.
Os advogados de Velozo protocolaram um pedido urgente, afirmando que a exclusão dos assistentes técnicos poderia causar um desequilíbrio no julgamento. O juiz responsável pelo caso havia autorizado a participação dos peritos, mas alterou sua decisão às vésperas do júri. Cogan acatou o pedido da defesa, considerando que a mudança repentina poderia levar à nulidade do julgamento.
A nova data para o júri deve ser marcada para o início de agosto, quando se completam três anos da morte de Leandro Lo. A mãe do lutador, Fátima Lo, expressou sua indignação com a suspensão, afirmando que esperava por justiça e pedindo a demissão de Velozo da Polícia Militar.
Leandro Lo, de 33 anos, foi assassinado em um show no Esporte Clube Sírio, em agosto de 2022. O tenente Velozo é acusado de ter disparado um tiro à queima-roupa na cabeça do lutador. A defesa alega que o policial agiu em legítima defesa, afirmando ter sido atacado por Lo durante uma discussão. O caso continua sob análise do Ministério Público.
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