O governo da Nigéria acusou a senadora Natasha Akpoti-Uduaghan de difamação após ela afirmar que o presidente do Senado, Godswill Akpabio, e o ex-governador Yahaya Bello planejavam sua eliminação. Essas alegações surgiram depois que Akpoti-Uduaghan denunciou Akpabio por assédio sexual, o que ambos negaram. As acusações foram formalizadas na Alta Corte, onde o procurador-geral disse que as declarações da senadora prejudicaram a reputação de Akpabio e Bello. O documento menciona uma entrevista em que Akpoti-Uduaghan falou sobre “discussões” entre os dois sobre sua eliminação. A senadora já havia sido suspensa do Senado por seis meses, e seus apoiadores acreditam que essa punição foi uma retaliação por suas denúncias. Até agora, Akpoti-Uduaghan não comentou sobre as novas acusações.
O governo nigeriano apresentou acusações de difamação contra a senadora Natasha Akpoti-Uduaghan, que havia acusado o presidente do Senado, Godswill Akpabio, e o ex-governador Yahaya Bello de planejar sua eliminação. As alegações surgiram após Akpoti-Uduaghan ter denunciado Akpabio por assédio sexual, acusações que ambos negaram.
As novas acusações foram formalizadas na Alta Corte, onde o procurador-geral do país argumentou que as declarações de Akpoti-Uduaghan sobre um suposto plano de assassinato prejudicaram a reputação de Akpabio e Bello. O documento apresentado menciona uma entrevista exibida pela Channels TV, na qual a senadora afirmou que houve “discussões” entre Akpabio e Bello sobre sua eliminação.
Além disso, a senadora já havia enfrentado uma suspensão de seis meses sem remuneração do Senado, após ser considerada “indisciplinada” durante um debate. Seus apoiadores, no entanto, acreditam que a punição foi uma retaliação às suas denúncias contra Akpabio. Até o momento, Akpoti-Uduaghan não se manifestou publicamente sobre as novas acusações.
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