O Papa Leão XIV decidiu dar bônus de 500 euros a cerca de 4.200 funcionários do Vaticano, totalizando 2,1 milhões de euros em gastos. Essa prática havia sido interrompida pelo Papa Francisco. Os bônus serão recebidos por trabalhadores de várias áreas, como segurança, administração, jardinagem e médicos. O Museu do Vaticano, por exemplo, tem 700 funcionários que também serão beneficiados. Essa tradição de dar bônus já havia sido adotada pelo Papa Bento XVI em ocasiões especiais, como seu aniversário de 80 anos. A decisão de Leão XIV mostra uma volta a essa prática generosa com os empregados da Santa Sé.
O Papa Leão XIV decidiu retomar a tradição do Vaticano de conceder bônus a seus funcionários, oferecendo 500 euros (aproximadamente R$ 3.200) a cerca de 4.200 empregados. Essa prática havia sido interrompida pelo Papa Francisco. O total gasto com os bônus chega a 2,1 milhões de euros (cerca de R$ 13 milhões).
Os beneficiados incluem trabalhadores de diversas áreas, como dicastérios, caritas e outras dependências. Entre eles estão padres, equipe de segurança, administração, jardinagem, médicos, jornalistas, porteiros e curadores. O Museu do Vaticano, por exemplo, emprega 700 pessoas.
Essa tradição de bônus não é nova. O Papa Bento XVI também havia concedido valores semelhantes em ocasiões especiais, como seu 80º aniversário, em 16 de abril de 2007. A decisão de Leão XIV marca um retorno a práticas anteriores, refletindo uma abordagem mais generosa em relação aos funcionários da Santa Sé.
Entre na conversa da comunidade