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SPTrans considera inviável proposta de Nunes para vagas sob o Minhocão

SPTrans considera inviável proposta de estacionamento sob o Minhocão, citando riscos à operação de ônibus. Críticas surgem sobre planejamento viário.

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A SPTrans considerou a proposta de criar vagas de estacionamento sob o Minhocão como inviável, afirmando que isso prejudicaria a operação do corredor de ônibus na região central de São Paulo. Um documento enviado à vereadora Renata Falzoni explica que a entrada e saída de veículos dificultariam o tráfego de cerca de cem ônibus por hora. A proposta, defendida pelo vice-prefeito Mello Araújo, já havia recebido pareceres contrários da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Araújo começou obras para testar a transformação de parte do espaço em estacionamento, que atualmente tem apenas quatro vagas. A CET já havia alertado que isso comprometeria a segurança da ciclovia. Falzoni criticou a proposta, dizendo que a resposta da SPTrans mostra a falta de planejamento viário e que a iniciativa ignora critérios técnicos e desrespeita a legislação municipal. Ela também afirmou que a proposta visa expulsar pessoas em situação de rua da área. A Prefeitura não se manifestou, mas Araújo argumentou que as vagas ajudariam a combater o descarte irregular de lixo. Apesar de Araújo e o prefeito Ricardo Nunes negarem desentendimentos, aliados consideraram a ação desastrosa e inoportuna, refletindo tensões na administração municipal.

A SPTrans declarou a proposta de criar vagas de estacionamento sob o Minhocão como “totalmente inviável”. A avaliação foi enviada em ofício à vereadora Renata Falzoni e destaca que a medida comprometeria a operação do corredor de ônibus na região central de São Paulo.

O documento, obtido pelo UOL, aponta que a manobra de entrada e saída de veículos dificultaria a fluidez e a segurança do tráfego de aproximadamente cem ônibus por hora. Atualmente, o corredor de ônibus está em operação apenas na avenida São João, mas há planos para sua expansão para outras vias sob o Minhocão, incluindo a rua Amaral Gurgel.

A proposta, defendida pelo vice-prefeito Mello Araújo, já havia enfrentado pareceres contrários da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Em abril, Araújo iniciou obras para testar a transformação de parte do espaço em estacionamento, que atualmente conta com apenas quatro vagas. A CET já havia indicado que a instalação de vagas comprometeria a segurança da ciclovia existente.

Críticas e Reações

Renata Falzoni criticou a proposta, afirmando que a resposta da SPTrans confirma a falta de planejamento viário. Segundo ela, a iniciativa não apenas ignora critérios técnicos, mas também desrespeita a legislação municipal. A vereadora ainda destacou que a proposta visa expulsar pessoas em situação de rua que ocupam a área.

A Prefeitura de São Paulo não se manifestou sobre o assunto. Mello Araújo argumentou que a criação de vagas ajudaria a combater o descarte irregular de lixo na região. Apesar de Araújo e o prefeito Ricardo Nunes negarem desentendimentos sobre a intervenção, aliados consideraram a ação como “desastrosa” e “inoportuna”.

A situação revela tensões na administração municipal, especialmente considerando que Araújo, ex-comandante da Rota e indicado por Jair Bolsonaro, busca implementar mudanças significativas na cidade.

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