O julgamento sobre a morte de Diego Maradona foi suspenso para investigar se a juíza Julieta Makintach ajudou na gravação de um documentário não autorizado. Uma amiga da juíza afirmou que as imagens eram parte de uma “entrevista” e não do documentário, com a intenção de criar um livro ou uma publicação sobre a juíza. Ela disse que as gravações foram feitas de forma amadora e sem contratos. A promotoria está investigando se houve irregularidades, e o advogado de uma das partes envolvidas no caso pediu a destituição de Makintach e a revisão do processo. O julgamento busca determinar a responsabilidade da equipe médica na morte de Maradona, que ocorreu em 2020.
O julgamento sobre a morte de Diego Maradona foi suspenso para investigar a possível colaboração da juíza Julieta Makintach em um documentário não autorizado. O ex-jogador argentino faleceu em 25 de novembro de 2020, e o processo busca determinar a responsabilidade da equipe médica em sua morte.
As investigações começaram após a entrada de câmeras nas audiências. Uma amiga de Makintach apresentou um documento à promotoria, afirmando que as gravações eram parte de uma “entrevista” e não de um documentário. Segundo ela, o objetivo era criar um “livro” ou uma “publicação nas redes” sobre o perfil profissional da juíza, sem relação direta com o julgamento.
Na última terça-feira, o julgamento foi interrompido por uma semana. A promotoria confirmou que foram realizadas buscas em seis residências na província de Buenos Aires para apurar a situação. O advogado do autor da ação, Fernando Burlando, anunciou que pedirá a destituição de Makintach e a impugnação dos outros juízes envolvidos.
O julgamento, que começou em 11 de março, ocorre em um tribunal em San Isidro, próximo à residência de Maradona. O ex-jogador, campeão do mundo em 1986, morreu de edema pulmonar enquanto recebia cuidados médicos em casa após uma cirurgia neurológica.
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