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Líder do cartel de Sinaloa é abatido em operação do Exército mexicano

Líder do Cartel de Sinaloa, Jorge Humberto Figueroa, foi morto em operação militar; sua morte intensifica a luta contra o tráfico de drogas no México.

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Jorge Humberto Figueroa, conhecido como “El Perris”, foi morto em um confronto com o Exército mexicano durante uma operação em Navolato, Sinaloa, na sexta-feira (23). Ele era procurado pela DEA, que oferecia 1 milhão de dólares por informações que levassem à sua captura. Figueroa estava sendo investigado por tráfico de fentanil e lavagem de dinheiro e foi um dos responsáveis por ataques a autoridades em 2019, durante o “Culiacanazo”, quando Ovidio Guzmán, filho de “Chapo” Guzmán, foi preso e depois libertado para evitar mais violência. A morte de Figueroa acontece em meio a uma onda de violência no estado de Sinaloa, onde uma guerra entre facções do Cartel de Sinaloa já causou quase 1.200 mortes desde setembro do ano passado. Ele fazia parte da facção “Los Chapitos”, que está em conflito com os herdeiros de Ismael “Mayo” Zambada, também preso nos Estados Unidos. As autoridades mexicanas seguem intensificando as operações contra o tráfico de drogas, destacando a colaboração com a DEA.

Um dos líderes do Cartel de Sinaloa, Jorge Humberto Figueroa, conhecido como “El Perris”, foi morto em um confronto com o Exército mexicano durante uma operação de captura em Navolato, Sinaloa, na sexta-feira (23). O secretário de Segurança Pública, Omar García Harfuch, confirmou a informação em suas redes sociais. Figueroa era procurado pela DEA (Administração de Controle de Drogas dos EUA), que oferecia US$ 1 milhão por informações que levassem à sua prisão.

O líder do cartel estava sob investigação por tráfico de fentanil e lavagem de dinheiro. Segundo Harfuch, ele foi um dos principais responsáveis pelas agressões contra as autoridades em 2019, durante o episódio conhecido como “Culiacanazo”, que ocorreu após uma tentativa de captura de Ovidio Guzmán, filho de Joaquín “Chapo” Guzmán. Ovidio foi libertado na época para evitar mais violência, mas foi preso e extraditado para os EUA em 2023.

A morte de Figueroa ocorre em um contexto de intensa violência no estado de Sinaloa, onde uma guerra entre facções do Cartel de Sinaloa resultou em quase 1.200 mortes desde setembro do ano passado. Ele era membro da facção dos filhos de “Chapo” Guzmán, conhecida como “Los Chapitos”, que atualmente está em conflito com os herdeiros de Ismael “Mayo” Zambada, também preso nos Estados Unidos.

As autoridades mexicanas continuam a intensificar suas operações contra o tráfico de drogas, destacando a importância da colaboração com a DEA para combater a violência associada a essas organizações criminosas.

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