O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou novamente sobre a necessidade de regular as redes sociais e discutir isso com o Congresso Nacional. Ele destacou que não é aceitável que as empresas de aplicativos não tenham controle, enquanto outras áreas são reguladas. Lula mencionou um caso triste de uma menina que se suicidou após sofrer ataques online, ressaltando a importância de cuidar melhor da população. Ele também comentou que já havia discutido o tema com o presidente da China, Xi Jinping, pedindo que um representante do TikTok viesse ao Brasil para tratar da regulação. Lula acredita que é essencial responsabilizar as empresas que gerenciam essas plataformas digitais.
BRASÍLIA – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou, neste sábado, 24, a necessidade de regular as redes sociais e discutir a responsabilização das empresas de aplicativos com o Congresso Nacional. “Não é possível que tudo tenha controle neste País, menos as empresas de aplicativos”, declarou Lula durante o lançamento do Programa Solo Vivo em Campo Verde, Mato Grosso.
Lula já havia abordado o tema em sua recente visita à China, onde conversou com o presidente Xi Jinping sobre a regulação do TikTok. O presidente brasileiro solicitou que um representante da plataforma fosse enviado ao Brasil para discutir a questão. Segundo Lula, Jinping reconheceu o direito do Brasil de regular e até banir a rede social.
O presidente também mencionou casos de violência nas redes sociais, incluindo o suicídio de uma menina que, segundo ele, não suportou ataques online. “É importante que a gente comece a cuidar do povo brasileiro com um pouco mais de carinho”, afirmou Lula, enfatizando a necessidade de um ambiente mais respeitoso e solidário.
Além disso, Lula destacou que já foi decidido proibir o uso de celulares nas escolas de ensino fundamental e médio, citando os malefícios do uso excessivo das redes sociais, como o bullying. “É preciso discutir com o Congresso Nacional a responsabilidade de regular o uso das empresas”, concluiu o presidente, reiterando sua posição sobre a falta de regulamentação que afeta a economia e o mercado.
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