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Professor é condenado por ofender moradores com termos como ‘bolsonaristas’ e ‘terroristas’

Professor de Itatiba é condenado a um ano e quatro meses de prisão por calúnia após rotular conterrâneos nas redes sociais. Defesa planeja recorrer.

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Um professor de Itatiba (SP), Luciano Rigolo, foi condenado a um ano e quatro meses de prisão em regime semiaberto por calúnia. Ele fez postagens nas redes sociais onde expôs fotos de pessoas da cidade, chamando-as de “bolsonaristas”, “terroristas” e “golpistas”. A juíza Fernanda Hata considerou que Rigolo já tinha antecedentes por crimes semelhantes, o que influenciou a decisão. As postagens ocorreram em janeiro de 2023, após os atos antidemocráticos do dia 8, e uma delas dizia que “bolsonaristas são todos terroristas”. A defesa do professor, que alega que suas ações foram uma questão de liberdade de expressão, anunciou que vai recorrer da decisão, mas a juíza destacou que havia provas, como prints das redes sociais, que mostravam a calúnia.

Um professor de Itatiba (SP) foi condenado a um ano e quatro meses de prisão em regime semiaberto por calúnia. Luciano Rigolo fez publicações nas redes sociais em que expôs fotos de conterrâneos, rotulando-os de “bolsonaristas”, “terroristas” e “golpistas”. A decisão foi proferida pela juíza Fernanda Hata, que considerou a reincidência do réu em crimes contra a honra.

As postagens ocorreram em janeiro de 2023, após os atos antidemocráticos do dia 8. Uma das publicações afirmava que “bolsonaristas são todos terroristas”, enquanto outra incitava denúncias de “terrorismo” em Itatiba. A juíza destacou que as declarações de Rigolo configuraram calúnia, uma vez que imputaram falsamente crimes a três pessoas.

A defesa do professor, representada pela advogada Larissa de Andrade, anunciou que irá recorrer da decisão. Os advogados argumentaram que as condutas de Rigolo não se enquadravam como crimes, defendendo a liberdade de expressão. Contudo, a juíza enfatizou que havia provas materiais, como prints das redes sociais, que comprovavam a calúnia.

Rigolo já havia sido condenado anteriormente por crimes semelhantes, o que influenciou a decisão judicial. A situação levanta questões sobre os limites da liberdade de expressão e as consequências legais de declarações feitas nas redes sociais.

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