Hugo Motta, presidente da Câmara, vai discutir um projeto para cancelar o aumento do IOF na próxima reunião de líderes. O aumento, que foi anunciado pelo Ministério da Fazenda, gerou reações negativas entre parlamentares e no mercado. O IOF subiu de 3,38% para 3,50% em operações de cartão no exterior e de 1,10% para 3,50% na compra de moeda em espécie. Motta protocolou o projeto na sexta-feira, mas ainda não houve debate com os líderes. Aliados dele dizem que a pauta pode não ser prioridade por causa do desconforto com o governo. Líderes do Centrão afirmam que o aumento pode afetar pequenas empresas. O líder do PT, Lindbergh Farias, acredita que não há clima para votar o projeto, já que a oposição tentará barrar essa medida. O aumento do IOF faz parte de um pacote que inclui cortes de R$ 12,5 bilhões no orçamento, e a oposição já apresentou propostas para contestar as decisões do governo, alegando que isso aumenta custos e prejudica a competitividade do Brasil. O debate sobre o aumento do IOF deve ser intenso nas próximas semanas.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou que discutirá um projeto de decreto legislativo para cancelar o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) na próxima reunião de líderes. O aumento, promovido pelo Ministério da Fazenda, foi divulgado na última quinta-feira e gerou forte reação negativa entre parlamentares e setores do mercado.
O projeto foi protocolado na sexta-feira, mas ainda não foi debatido com os líderes. Motta afirmou que a intenção é discutir a proposta na reunião, mas aliados indicam que a pauta pode não ser priorizada devido ao desconforto com o governo. O aumento do IOF, que subiu de 3,38% para 3,50% em operações de cartão no exterior e de 1,10% para 3,50% na aquisição de moeda em espécie, foi justificado pelo governo como uma medida para minimizar cortes orçamentários.
Líderes do Centrão argumentam que o aumento do IOF pode prejudicar pequenas empresas fora do Simples Nacional. O líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), destacou que não vê clima para votação do projeto, afirmando que a oposição sempre tentará barrar medidas como essa, mas que a situação atual não favorece a discussão.
Além disso, o aumento do IOF foi parte de um pacote que inclui um corte de R$ 12,5 bilhões no orçamento. A oposição já protocolou propostas para sustar as decisões do governo, ressaltando que a medida onera operações de crédito essenciais e eleva custos, prejudicando a competitividade do Brasil. O debate sobre o aumento do IOF promete ser intenso nas próximas semanas, com a expectativa de que a proposta de Motta ganhe apoio entre os parlamentares contrários à medida.
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