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Ufes expulsa alunos de medicina por invadir sistema e comercializar provas

Dois estudantes da Ufes foram expulsos por hackear e vender uma prova final. Outros 16 foram suspensos por comprá-la. Todos têm direito a recurso.

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Dois estudantes de medicina da Universidade Federal do Espírito Santo foram expulsos por hackear e vender uma prova final. A universidade recebeu denúncias que levaram à abertura de um Inquérito Administrativo Disciplinar para investigar o caso, que envolveu 19 alunos. Além dos expulsos, 16 estudantes foram suspensos por 90 dias por terem comprado a prova, enquanto um aluno foi absolvido. Todos têm o direito de recorrer das decisões. A Ufes garantiu que os alunos tiveram amplo direito de defesa e reafirmou seu compromisso com a integridade acadêmica. A Polícia Federal foi contatada para verificar se o caso é de sua competência, mas ainda não houve resposta. A universidade continua a monitorar a situação.

Dois estudantes de medicina da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) foram expulsos após serem acusados de hackear e vender uma prova final de uma disciplina. A situação veio à tona após denúncias recebidas pela universidade, que resultaram na abertura de um Inquérito Administrativo Disciplinar (IAD) para investigar os fatos.

A investigação envolveu 19 alunos no total. Além dos dois expulsos, outros 16 estudantes foram suspensos por 90 dias por terem adquirido a prova. Um aluno foi absolvido das acusações. Todos os envolvidos têm o direito de recorrer das decisões. A Ufes informou que a denúncia foi recebida em 2023 e que a apuração foi conduzida por uma comissão disciplinar composta por cinco membros, incluindo quatro docentes e um estudante.

A universidade destacou que durante todo o processo, foi garantido o amplo direito de defesa aos alunos investigados. Em nota, a administração da Ufes reafirmou seu compromisso com a probidade e a integridade nas relações acadêmicas, afirmando que qualquer violação a essas normas será devidamente apurada.

A Polícia Federal foi contatada para verificar se o caso chegou à sua esfera, mas não houve resposta até o fechamento desta matéria. A Ufes continua a monitorar a situação e a agir conforme necessário para manter a ética acadêmica.

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