O debate sobre veículos elétricos nos Estados Unidos está voltando, com propostas de republicanos para acabar com subsídios e criar taxas para esses carros, lembrando a resistência do passado. No início do século 20, os carros elétricos eram populares, mas perderam espaço para os movidos a gasolina, impulsionados pela indústria do petróleo. Hoje, a administração Trump e seus aliados querem limitar o crescimento dos elétricos. Os desafios atuais, como a falta de infraestrutura de recarga e a percepção de que recarregar é menos prático do que abastecer, são semelhantes aos do passado. Enquanto as vendas de elétricos cresceram 35% na China e 25% na Europa, nos EUA o aumento foi de apenas 11%. Os republicanos querem eliminar um crédito fiscal de US$ 7,5 mil e criar uma taxa anual de US$ 250 para quem possui carros elétricos. Jay Leno, um famoso colecionador de carros, ainda dirige um elétrico antigo e destaca que, apesar das dificuldades, esses veículos têm vantagens como menos manutenção e a possibilidade de recarregar em casa. A história dos veículos elétricos nos EUA é cheia de desafios, mas também de inovações que podem influenciar o futuro da mobilidade.
Mais de um século após o auge dos veículos elétricos, o debate sobre sua viabilidade nos Estados Unidos está ressurgindo. Propostas de parlamentares republicanos visam eliminar subsídios e implementar taxas sobre esses automóveis, refletindo uma resistência histórica ao seu uso.
No início do século 20, carros elétricos como o Baker Electric Coupe eram populares, com um terço dos táxis de Nova York sendo movidos a bateria. Contudo, a ascensão dos veículos a gasolina, impulsionada por subsídios fiscais e pela indústria do petróleo, fez com que os elétricos perdessem espaço. Hoje, essa história parece se repetir, com a administração Trump e aliados buscando limitar o crescimento dos elétricos.
Estudos apontam que os desafios enfrentados pelos veículos elétricos atualmente são semelhantes aos do passado. A falta de infraestrutura de recarga e a percepção de que recarregar é menos conveniente do que abastecer com gasolina são questões persistentes. Donald Trump, em um comício recente, ironizou a praticidade dos elétricos, afirmando que eles não são adequados para viagens longas.
Enquanto isso, as vendas de veículos elétricos cresceram 35% na China e 25% na Europa nos primeiros meses de 2025, mas nos EUA, o aumento foi de apenas 11%. Republicanos propõem eliminar o crédito fiscal federal de US$ 7,5 mil e implementar uma taxa anual de US$ 250 para proprietários de elétricos. Essas medidas visam equilibrar o mercado, segundo seus defensores.
Jay Leno, comediante e colecionador de automóveis, mantém viva a memória dos elétricos antigos, dirigindo seu Baker Electric de 1909. Ele destaca que, apesar das desvantagens, os elétricos oferecem benefícios como menor manutenção e a possibilidade de recarga em casa. A história dos veículos elétricos nos EUA é marcada por desafios, mas também por inovações que podem moldar o futuro da mobilidade.
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