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Coronel é processado por disseminar ideias golpistas após operação da PF

Coronel Etevaldo Caçadini enfrenta novo pedido de prisão após descoberta de documentos sobre grupo armado que planejava espionagem de autoridades.

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O coronel da reserva Etevaldo Luiz Caçadini, ex-subsecretário de Segurança Pública de Minas Gerais, recebeu um novo pedido de prisão durante a nova fase da Operação Sisamnes. Ele já estava preso desde janeiro de 2024, acusado de intermediar a morte do advogado Roberto Zampieri. A Polícia Federal encontrou documentos que mostram a existência de um grupo armado chamado “Comando C4”, que planejava espionar autoridades, como senadores e ministros, com preços entre R$ 150 mil e R$ 200 mil. Caçadini também é investigado por incitar conflitos entre as Forças Armadas e os Poderes do país e possui uma empresa de treinamento que já trabalhou com o governo. A defesa dele nega as acusações e afirma que não foram encontrados elementos ilícitos nas buscas. Um dos indícios contra Caçadini é uma transação Pix recebida dele, feita por um fazendeiro que também está preso. Além disso, ele tinha um canal no YouTube que promovia ideias consideradas golpistas, levando a Justiça Militar a investigar suas atividades. A Operação Sisamnes investiga uma organização criminosa que planejava assassinatos e perseguições a autoridades, e o caso de Caçadini segue sendo analisado pelas autoridades.

Nova fase da Operação Sisamnes

O coronel da reserva Etevaldo Luiz Caçadini, ex-subsecretário de Segurança Pública de Minas Gerais, foi alvo de um novo pedido de prisão nesta quarta-feira, 28, durante a nova fase da Operação Sisamnes. Caçadini já estava detido desde janeiro de 2024, acusado de intermediar a morte do advogado Roberto Zampieri, ocorrida em dezembro de 2023.

A Polícia Federal encontrou documentos em endereços relacionados ao coronel que indicam a existência de um grupo armado, denominado “Comando C4”. Este grupo planejava a espionagem de autoridades, incluindo senadores e ministros, com preços que variavam de R$ 150 mil a R$ 200 mil. Os documentos detalhavam o uso de hackers e garotas de programa como iscas para as operações.

Envolvimento e antecedentes

Caçadini, que foi subsecretário de Segurança Pública em 2019, também é investigado por incitar animosidade entre as Forças Armadas e os Poderes Constituídos. Ele é dono de uma empresa de treinamento que já firmou contratos com o governo federal. A defesa do coronel, representada pelos advogados Sarah Quinetti e Ronaldo Lara, nega as irregularidades e afirma que não foram encontrados elementos ilícitos nas buscas.

Um dos indícios contra Caçadini no caso Zampieri é uma transação Pix recebida dele, feita pelo fazendeiro Aníbal Manoel Laurindo, que também está preso. Além disso, o coronel mantinha um canal no YouTube que disseminava ideias consideradas golpistas, o que levou a Justiça Militar a investigar suas atividades.

Desdobramentos da operação

A Operação Sisamnes investiga uma organização criminosa que planejava assassinatos e perseguições a autoridades. A tabela de preços encontrada pela PF sugere um esquema complexo de espionagem e assassinato, envolvendo tanto militares quanto civis. O caso de Caçadini e os desdobramentos da operação continuam sob análise das autoridades competentes.

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