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Dono da Hurb permanece preso após negativa de habeas corpus e completa um mês na cadeia

João Ricardo Mendes, CEO da Hurb, permanece preso após um mês, com a Justiça alegando planejamento em crimes para cobrir dívidas da empresa.

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João Ricardo Mendes, CEO da Hurb, está preso há um mês na Penitenciária Evaristo de Moraes, no Rio de Janeiro, após ter seu pedido de liberdade negado pela Justiça. Ele foi detido por roubar obras de arte e itens de um escritório, e a Justiça acredita que ele planejou esses crimes para pagar dívidas da empresa. A defesa de Mendes diz que ele agiu em um momento de desespero e não tinha intenção de lucrar. A desembargadora responsável pelo caso afirmou que a prisão é necessária para manter a ordem e evitar novos crimes, já que Mendes usou táticas para não ser pego, como adulterar uma moto e se passar por técnico de informática. O julgamento do pedido de liberdade está marcado para 3 de junho.

João Ricardo Mendes, CEO da Hurb, completou um mês preso na Penitenciária Evaristo de Moraes, no Rio de Janeiro, após ter seu habeas corpus negado. A Justiça alegou que os crimes cometidos por Mendes, incluindo furto e adulteração de veículo, demonstram planejamento prévio e indícios de que os furtos visavam cobrir dívidas da empresa.

Mendes foi preso em flagrante no dia 25 de abril, após roubar obras de arte do Hotel Hyatt e itens de um escritório de arquitetura na Barra da Tijuca. A defesa do empresário argumenta que ele é vítima de “constrangimento ilegal” e que os crimes foram cometidos em um estado de “delírio emocional”. Os advogados afirmam que Mendes não tinha intenção de obter vantagem econômica e que ele é réu primário com residência fixa.

Decisão da Justiça

A desembargadora Denise Vaccari Machado Paes, do Tribunal de Justiça do Rio, indeferiu o pedido de soltura, destacando a necessidade de manter a prisão preventiva. Segundo a magistrada, a prisão é essencial para preservar a ordem pública e evitar a reiteração criminosa. Ela também mencionou que Mendes cometeu crimes de forma planejada, como a adulteração de uma moto para não ser rastreado.

Além disso, Mendes utilizou táticas para despistar a segurança, como se passar por técnico de informática e usar uma bolsa de entregador do iFood para esconder os objetos furtados. A desembargadora ressaltou que os itens roubados eram de valor significativo, o que reforça a hipótese de que os furtos estavam relacionados ao fracasso da Hurb. O julgamento do mérito do habeas corpus está agendado para o dia 3 de junho.

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