Os artistas do Teatro de Contêiner Mungunzá, que fica na rua dos Gusmões, foram avisados pela Prefeitura de São Paulo para deixar o local em 15 dias. A prefeitura quer transformar o espaço em um hub de moradia social. Desde 2016, o teatro já fez mais de 4.000 atividades e ganhou prêmios por sua inovação. A Subprefeitura da Sé disse que o lugar é importante para um novo programa de habitação e prometeu procurar alternativas para que o grupo continue suas atividades. Os artistas contestam a decisão e afirmam que há muitos espaços públicos vazios que poderiam ser usados para moradia. O artista Marcos Felipe disse que, após nove anos de trabalho, o grupo deveria ser visto como um parceiro da cidade. A prefeitura agendou uma reunião para discutir o assunto, mas o representante do teatro não compareceu. Eles estão esperando novas datas para reagendar o encontro.
Os artistas do Teatro de Contêiner Mungunzá foram notificados pela Prefeitura de São Paulo para desocupar o terreno onde atuam, localizado na rua dos Gusmões, em um prazo de 15 dias. A decisão, comunicada na manhã de quarta-feira (28), visa a transformação do espaço em um hub de moradia social.
Desde 2016, o Teatro de Contêiner Mungunzá tem sido um importante espaço cultural, realizando mais de 4.000 atividades e recebendo prêmios por sua inovação. A Subprefeitura da Sé justificou a desocupação, afirmando que o local é estratégico para um novo programa habitacional. A gestão municipal se comprometeu a buscar alternativas para a continuidade das atividades do grupo.
Os integrantes do teatro contestam a decisão, argumentando que existem muitos espaços públicos ociosos que poderiam ser utilizados para moradia, sem a necessidade de desmantelar o teatro. O artista Marcos Felipe expressou indignação, afirmando que, após nove anos de trabalho contínuo, o grupo deveria ser tratado como um parceiro e um exemplo de sucesso na cidade.
A Prefeitura informou que uma reunião estava agendada para o mesmo dia, mas o representante do teatro não compareceu. A gestão municipal aguarda novas propostas de datas para reagendar o encontro e discutir alternativas para o grupo.
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