João Campos, prefeito do Recife, será eleito presidente nacional do PSB em um congresso que reunirá dirigentes de vários partidos, incluindo alguns de centro-direita. Ele quer formar uma frente ampla para as eleições de 2026, buscando apoio do centro e dialogando com diferentes setores da sociedade. Campos, que foi reeleito com 71% dos votos, tem como metas aumentar a bancada do PSB na Câmara e garantir que Geraldo Alckmin continue como vice de Lula. Ele planeja eleger 25 deputados federais, um aumento significativo em relação aos 14 que o partido teve em 2022. Além disso, Campos quer fortalecer a presença do PSB no Senado e está aberto a abrir mão de governadores para conseguir mais senadores. Ele também defende que o PSB deve dialogar com setores como a igreja e o agronegócio, que têm se distanciado do governo. Campos acredita que a polarização política é um problema e que é necessário atrair o centro para uma agenda comum. Ele ainda não confirmou se será candidato ao governo de Pernambuco, mas destaca a importância de ter um projeto forte para o estado.
O prefeito do Recife, João Campos, será eleito presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB) neste domingo, primeiro de junho. A eleição ocorrerá durante o congresso nacional do partido, que reunirá representantes de diversas legendas, incluindo partidos de centro-direita.
João Campos, reeleito com 71% dos votos em 2024, busca construir uma frente ampla para as eleições de 2026. Ele pretende atrair o centro e dialogar com setores da sociedade, como igrejas e o agronegócio, que têm se mostrado distantes do governo atual. O novo presidente do PSB enfatiza a importância de manter Geraldo Alckmin como vice na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a próxima eleição.
O PSB tem como meta aumentar sua bancada na Câmara dos Deputados, projetando eleger 25 deputados federais, um crescimento de 78% em relação aos 14 eleitos em 2022. Para isso, Campos planeja formar uma federação com o Cidadania, que se desvinculou do PSDB. Além disso, o fortalecimento no Senado é uma prioridade, com a intenção de eleger senadores em estados onde o partido já possui governadores.
Em relação à sua gestão, Campos destaca a necessidade de fortalecer o partido e construir uma agenda que dialogue com a população, mantendo a essência do PSB, que sempre lutou por igualdade e justiça social. Ele acredita que o partido pode se tornar a principal força progressista nas próximas eleições, se conseguir unir diferentes segmentos da sociedade em torno de uma agenda comum.
O congresso do PSB também contará com a presença de representantes de partidos de centro-esquerda de outros países, reforçando a intenção de criar uma rede de alianças internacionais. A expectativa é que a nova liderança de Campos traga uma nova dinâmica ao partido, que já foi comandado por seu pai, Eduardo Campos, e seu bisavô, Miguel Arraes.
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