Megha Vemuri, presidente da turma do MIT, foi impedida de participar da cerimônia de formatura após fazer um discurso contra a guerra em Gaza. Ela usou um keffiyeh, símbolo de solidariedade com os palestinos, e criticou a ligação da universidade com Israel. Após sua fala, a liderança do MIT a informou que ela não poderia comparecer à cerimônia e que seu acesso ao campus seria bloqueado até o evento terminar, embora ela ainda receba seu diploma. Vemuri expressou que sua situação é pequena comparada ao sofrimento do povo palestino e afirmou que não se importava em não atravessar o palco, pois não queria ser parte de uma instituição que considera cúmplice do que chamou de genocídio. O MIT justificou a decisão alegando que Vemuri não seguiu o discurso previamente aprovado e que sua fala causou uma interrupção na cerimônia. A decisão gerou reações, incluindo críticas da organização Council on American-Islamic Relations, que pediu respeito à liberdade acadêmica. Vemuri recebeu apoio e críticas na mídia após seu discurso.
Megha Vemuri, presidente da turma do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), foi barrada de sua cerimônia de formatura após criticar a guerra em Gaza em um discurso. O incidente ocorreu na quinta-feira, durante a cerimônia OneMIT, em Cambridge, Massachusetts. Após sua fala, a liderança da universidade informou que ela não poderia participar da cerimônia de graduação na sexta-feira e foi proibida de acessar o campus até o evento terminar.
Vemuri, que usou um *keffiyeh* como símbolo de solidariedade, elogiou seus colegas por protestarem contra a guerra e criticou os laços da universidade com Israel. Em resposta, a presidente do MIT, Sally Kornbluth, afirmou que a instituição valoriza a liberdade de expressão, mas enfatizou que o foco deveria ser nos formandos. Um porta-voz do MIT declarou que o discurso de Vemuri não foi o que havia sido previamente aprovado.
A decisão gerou polêmica sobre liberdade de expressão e punições institucionais. Vemuri expressou que sua situação é insignificante comparada ao sofrimento do povo palestino e afirmou: “Não vejo necessidade de atravessar o palco de uma instituição que é cúmplice nesse genocídio.” Ela também criticou a universidade por não seguir um devido processo.
A Coalizão Americana-Islâmica para Relações (CAIR) condenou a decisão do MIT, pedindo respeito à liberdade acadêmica e às vozes dos estudantes. O caso de Vemuri se junta a outros incidentes em universidades dos Estados Unidos, onde estudantes enfrentam consequências por se manifestarem contra a guerra em Gaza.
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