O STF não conseguiu encontrar Paulo Figueiredo Filho, empresário e ex-comentarista da Jovem Pan, que é acusado de tentar um golpe de Estado para manter Jair Bolsonaro no poder. Ele mora nos Estados Unidos e não se manifestou sobre a denúncia. A intimação foi feita por edital, pois não foi possível localizá-lo no Brasil. O relator do caso, Alexandre de Moraes, pediu que ele fosse notificado, mas como não houve resposta, a Defensoria Pública da União solicitou a suspensão do processo, alegando que não consegue contato com Figueiredo. Ele afirmou que não está foragido e que já respondeu a processos no passado. A Procuradoria-Geral da República apresentou cinco denúncias contra 34 pessoas por envolvimento em um plano golpista, e a única que falta é a de Figueiredo. Ele é acusado de tentar forjar um cenário de apoio militar para o golpe e enfrenta acusações graves, como tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
O Supremo Tribunal Federal (STF) não conseguiu localizar Paulo Figueiredo Filho, empresário e ex-comentarista da Jovem Pan, para que ele se manifeste sobre a acusação de tentativa de golpe de Estado. Figueiredo, que reside nos Estados Unidos, é acusado de tentar manter Jair Bolsonaro no poder.
A intimação foi realizada por edital, após a Justiça não encontrar o empresário no endereço registrado no Brasil. O relator do caso, Alexandre de Moraes, solicitou a notificação à Justiça Federal do Rio de Janeiro, mas o pedido retornou sem resposta. A Defensoria Pública da União (DPU) informou que não consegue contatar Figueiredo, o que impede a elaboração de uma defesa adequada.
A DPU pediu a suspensão do processo, que ainda aguarda análise de Moraes. O empresário afirmou que não está “foragido” e que já respondeu a processos no passado por meio de cartas rogatórias, que são documentos enviados pela Justiça para contatar pessoas no exterior. Contudo, a falta de um endereço atualizado dificulta esse processo.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou cinco denúncias contra 34 pessoas envolvidas na trama golpista, sendo que a acusação contra Figueiredo foi feita separadamente devido à sua localização fora do país. A PGR alega que Figueiredo antecipou detalhes de uma carta que pressionava militares a aderirem ao golpe em 2022, e que ele foi escolhido por um grupo para essa tarefa.
As acusações contra Figueiredo incluem tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e dano qualificado. A situação do empresário se destaca, pois a PGR garante que sua ausência não impacta o andamento das outras denúncias.
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