João Carlos Camisa Nova Júnior, conhecido como Don Corleone, é um empresário envolvido em tráfico de drogas. Em 2020, ele foi associado a um grande carregamento de cocaína encontrado em um navio no Brasil. Recentemente, novas investigações revelaram que ele usava um jato particular para transportar drogas para a Europa e que havia feito pagamentos de propina a policiais. Mensagens trocadas em um aplicativo de mensagens criptografadas mostraram que ele planejava enviar toneladas de cocaína e discutia o pagamento de subornos. A Polícia Federal encontrou provas de suas operações, incluindo detalhes sobre voos do jato e a participação de outros envolvidos no esquema. Don Corleone já foi condenado a 32 anos de prisão e agora enfrenta outro processo relacionado aos voos para a Europa.
João Carlos Camisa Nova Júnior, conhecido como Don Corleone, está novamente no centro de uma investigação da Polícia Federal. Novas evidências revelam que ele utilizava um jato particular para transportar toneladas de cocaína para a Europa, além de realizar pagamentos de propina a policiais. As investigações começaram em 2020, quando a PF apreendeu 1.524 quilos de cocaína em um navio no porto de São Sebastião.
As mensagens obtidas através do sistema de comunicação criptografada Sky ECC mostram detalhes das operações de Don Corleone. Ele foi identificado como um dos principais envolvidos em uma rede de tráfico internacional, com conexões com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Em 2022, a PF apreendeu o jato Dassault Aviation Falcon 50, que estava vinculado a suas atividades ilícitas.
Durante as investigações, surgiram nomes de policiais envolvidos, como Valdemir Paulo de Almeida e Valmir Pinheiro, que teriam recebido propinas de R$ 800 mil. As mensagens entre Don Corleone e seus associados revelam um esquema complexo de tráfico, com planos de enviar 1,5 tonelada de cocaína em um único voo.
A Operação Mafiusi, que está em andamento, busca desmantelar essa rede criminosa. As investigações também revelaram que Don Corleone tinha planos de adquirir um novo jato, um Falcon 900, com capacidade para transportar até quatro toneladas de cocaína. Ele já cumpre 32 anos de prisão por suas atividades criminosas e enfrentará novos processos relacionados aos voos para a Europa.
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