A família de José Carlos Vieira receberá R$ 30 mil de indenização após esperar mais de 100 dias para sepultar o corpo dele, que foi confundido com o de outro homem. José Carlos faleceu em julho de 2022 no Hospital Municipal Rocha Faria, e seus filhos foram informados sobre a morte. No entanto, ao tentarem reconhecer o corpo, perceberam que não era o de seu pai. O hospital admitiu que liberou o corpo errado, que já havia sido enterrado em Mangaratiba. Após a exumação e um exame de DNA, os restos mortais de José Carlos foram entregues à família apenas em 9 de novembro de 2022.
O Município do Rio de Janeiro e a Empresa Pública de Saúde, RioSaúde, foram condenados a indenizar a família de José Carlos Vieira em R$ 30 mil após uma espera de mais de 100 dias para o sepultamento. O caso ocorreu em julho de 2022, quando a família foi informada sobre o falecimento de José Carlos no Hospital Municipal Rocha Faria.
Após a notificação, um dos filhos foi ao necrotério e não reconheceu o corpo. A direção do hospital, então, informou que o corpo de José Carlos havia sido liberado por engano, sendo sepultado no lugar de outro homem em um cemitério de Mangaratiba. A exumação do corpo ocorreu em 30 de julho, mas a identificação exigiu um exame de DNA devido ao estado avançado de decomposição.
O laudo de identificação só foi entregue à família 110 dias após a morte, e os restos mortais foram finalmente liberados para sepultamento em 9 de novembro de 2022. A decisão judicial foi proferida em favor da família, que enfrentou um longo e doloroso processo para conseguir dar um adeus digno a José Carlos.
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