O ex-presidente Michel Temer criticou o governo Lula, dizendo que falta um projeto claro, especialmente sobre o aumento do IOF. Em resposta, o ministro Rui Costa defendeu a gestão de Lula, afirmando que o governo está mudando a realidade do Brasil e que já criou mais de 70 programas nacionais. Ele destacou que o PIB cresceu em 2023 e 2024, enquanto no governo Temer o crescimento foi menor. Rui Costa também mencionou que a taxa de investimentos aumentou e que o governo Lula alcançou a menor taxa de desemprego da história, com mais de 48 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Ele elogiou a política econômica de Lula, que busca um equilíbrio fiscal e ao mesmo tempo mantém políticas sociais.
O ex-presidente Michel Temer criticou o governo Lula durante o Fórum Lide COP30, em Bonito (MS), afirmando que a crise em torno do aumento das alíquotas do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) demonstra a falta de um projeto claro. Ele comparou sua gestão, que teve como base o programa “Ponte Para o Futuro”, com a atual administração, sugerindo que sua abordagem foi mais estruturada.
Em resposta, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, defendeu a gestão de Lula, afirmando que o governo tem transformado a realidade do Brasil. Ele destacou que o país foi encontrado com “gavetas vazias” e sem projetos estruturantes. Rui Costa mencionou que o PIB brasileiro cresceu 3,2% em 2023 e 3,4% em 2024, contrastando com os crescimentos de 1,3% e 1,8% durante os anos de 2017 e 2018, sob a gestão de Temer.
O ministro também ressaltou a criação de mais de 70 programas nacionais e a recuperação da taxa de investimentos, que atualmente está em 17,8% do PIB, comparada a 14,5% no final do governo Temer. Rui Costa atribuiu esses avanços a políticas públicas, como a recuperação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a retomada do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Além disso, o ministro afirmou que, sob a administração de Lula, o Brasil alcançou a menor taxa de desemprego da história, com mais de 48 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Ele defendeu a política econômica do governo, que busca um equilíbrio entre consolidação fiscal e políticas sociais.
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