O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, decidiu renomear o navio USNS Harvey Milk, que homenageia o ativista dos direitos LGBTQ e ex-membro da Marinha. Essa mudança está prevista para ser anunciada em junho, durante o mês do Orgulho LGBTQIA+. O objetivo de Hegseth é “restabelecer uma cultura guerreira” nas Forças Armadas, o que inclui a eliminação de programas de diversidade e inclusão. Além do USNS Harvey Milk, outros navios, como o USNS Ruth Bader Ginsburg e o USNS Harriet Tubman, também estão sendo considerados para renomeação. Harvey Milk foi um dos primeiros políticos abertamente gays nos EUA e lutou contra a discriminação até ser assassinado em 1978. A decisão de renomear o navio gerou críticas de políticos, incluindo a ex-presidente da Câmara, Nancy Pelosi, que a chamou de “apagamento vingativo” da história.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, ordenou a renomeação do navio USNS Harvey Milk, que homenageia o ativista dos direitos LGBTQ e ex-membro da Marinha. A decisão foi divulgada em um memorando assinado pelo secretário interino da Marinha, John Phelan, e deve ser anunciada em junho, durante o mês do Orgulho LGBTQIA+.
O USNS Harvey Milk foi lançado em 2021 e é parte da classe de navios-tanque John Lewis, que homenageia líderes dos direitos civis. A mudança de nome está alinhada com a política da administração Trump, que busca reverter programas de diversidade e inclusão nas Forças Armadas. Hegseth afirmou que a renomeação visa “restabelecer uma cultura guerreira” nas tropas.
Além do USNS Harvey Milk, outros navios, como o USNS Ruth Bader Ginsburg e o USNS Harriet Tubman, também estão sendo considerados para renomeação. A decisão gerou críticas de líderes democratas, incluindo a ex-presidente da Câmara, Nancy Pelosi, que a chamou de “apagamento vingativo” da história dos que lutaram por igualdade. O líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, também se manifestou contra a medida, pedindo que Hegseth revertesse a decisão.
Harvey Milk foi um dos primeiros políticos abertamente gays eleitos nos Estados Unidos e foi assassinado em 1978. Ele lutou por direitos LGBTQ e contra a discriminação, sendo um símbolo da luta por igualdade. A renomeação do navio representa um retrocesso nas políticas de inclusão, conforme criticado por ativistas e membros do Congresso.
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