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Igreja de deputado da Tanzânia é fechada após críticas ao governo antes das eleições

Igreja de deputado da Tanzânia é fechada após críticas ao governo, enquanto repressão a opositores aumenta antes das eleições de outubro.

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As autoridades da Tanzânia fecharam uma igreja pertencente ao deputado Josephat Gwajima, que criticou o governo por violações de direitos humanos. A igreja, localizada em Dar es Salaam, foi cercada pela polícia após protestos de fiéis contra o fechamento. O registro da igreja foi cancelado porque as pregações de Gwajima foram consideradas inadequadas. Ele alertou seus seguidores sobre detenções e desaparecimentos forçados. Essa situação ocorre em um momento em que o país se prepara para eleições presidenciais e parlamentares em outubro, com o partido no poder, CCM, dominando desde 1961. O partido de oposição, Chadema, pede reformas eleitorais. Nos últimos meses, a repressão a opositores aumentou, com líderes sendo presos e ativistas estrangeiros sendo deportados. A presidente Samia Suluhu Hassan, que está concorrendo à reeleição, foi acusada de silenciar críticos, apesar de ter inicialmente adotado um tom conciliador ao assumir o cargo.

Autoridades da Tanzânia fecharam a igreja do deputado Josephat Gwajima após críticas ao governo. A medida ocorre em meio a um clima de repressão a opositores, com as eleições presidenciais e parlamentares se aproximando, marcadas para outubro.

A igreja Glory of Christ, localizada em Dar es Salaam, foi desregistrada pelo registrador de sociedades do país. A decisão foi tomada após Gwajima, membro do partido no poder, CCM, acusar o governo de violações de direitos humanos durante um sermão. Ele alertou seus fiéis sobre detenções e desaparecimentos forçados.

A polícia interveio quando centenas de congregantes protestaram contra o fechamento da igreja. A repressão a opositores tem aumentado, especialmente após a prisão de dois ativistas antes do julgamento do líder da oposição, Tundu Lissu, acusado de traição.

Gwajima, que foi eleito em 2020, é visto como um crítico do governo da presidente Samia Suluhu Hassan. A presidente, que assumiu após a morte de John Magufuli, enfrenta acusações de silenciar opositores. Embora tenha inicialmente adotado um tom conciliatório, suas ações recentes indicam uma mudança de postura.

A oposição, liderada pelo partido Chadema, continua a exigir reformas eleitorais antes das eleições. Organizações de direitos humanos, como a Anistia Internacional, pedem investigações sobre abusos cometidos contra ativistas. A situação política na Tanzânia se torna cada vez mais tensa à medida que as eleições se aproximam.

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