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Policial é preso após disparo acidental que matou jovem durante abordagem em SP

Imagens de câmera corporal revelam que sargento da PM deu coronhada em jovem, resultando na morte de sua irmã durante abordagem policial.

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Em janeiro, Victoria Manoelly dos Santos, de 16 anos, foi morta por um tiro acidental durante uma abordagem policial em Guaianases, São Paulo. O sargento Thiago Guerra, responsável pelo disparo, foi acusado de homicídio. Imagens da câmera corporal do sargento mostram que ele deu uma coronhada em Kauê, irmão de Victoria, o que fez a arma disparar e atingir a jovem. Os irmãos estavam na praça após o trabalho quando se aproximaram da movimentação policial. Kauê foi abordado e, ao questionar a ação, recebeu a coronhada. Após o disparo, Victoria foi socorrida, mas não sobreviveu. A mãe deles, Vanessa, estava presente e gritou por socorro. Kauê foi algemado e levado à delegacia, onde soube da morte da irmã. O sargento Guerra está preso e as investigações foram concluídas, com o delegado afirmando que ele agiu com dolo eventual ao dar a coronhada. A defesa do policial não foi localizada.

Imagens da câmera corporal do sargento Thiago Guerra, 39, revelam que a jovem Victoria Manoelly dos Santos, de 16 anos, foi morta por um disparo acidental durante uma abordagem policial em Guaianases, São Paulo. O incidente ocorreu em 9 de janeiro, quando o sargento deu uma coronhada em Kauê, irmão da vítima, resultando no tiro que a atingiu.

Os irmãos estavam na rua Capitão Pucci, em Guaianases, após o expediente de Kauê, que trabalhava em um bar nas proximidades. Eles se aproximaram da movimentação policial para entender a situação. Durante a abordagem, Kauê questionou os policiais sobre o motivo da abordagem e pediu que o sargento tirasse a mão dele. Neste momento, Guerra aplicou uma coronhada na cabeça de Kauê, e a arma disparou, atingindo Victoria no peito.

Após o disparo, a mãe dos jovens, Vanessa Priscila dos Santos, estava presente e gritou: “mataram a minha filha”. Victoria foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Geral de Guaianases. O resgate chegou 22 minutos após o tiro. Kauê foi algemado e levado ao porta-malas da viatura, sendo liberado mais tarde após prestar depoimento como testemunha.

O caso foi encaminhado à Justiça, e o sargento permanece preso sob acusação de homicídio com dolo eventual. O delegado Victor Sáfadi Maricato concluiu que Guerra assumiu o risco de matar ao dar a coronhada. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que as investigações foram concluídas e as imagens da câmera corporal foram anexadas ao processo.

A defesa do sargento não foi localizada, e ele está detido no Presídio Militar Romão Gomes. A mãe de Victoria expressou seu desejo de que o policial seja punido severamente. O caso gerou grande repercussão e levanta questões sobre a conduta policial durante abordagens.

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