O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um novo programa que vai ajudar entregadores de aplicativos a comprar motos. Durante uma coletiva, ele explicou que o governo está criando um financiamento para facilitar a compra desses veículos, mas não incluiu motoristas de aplicativo. Lula destacou a importância de também oferecer infraestrutura para que os entregadores possam atender suas necessidades básicas. Em uma reunião com presidentes de bancos públicos, foi discutida a criação de uma linha de crédito que permita aos entregadores trocar suas motos por condições melhores. Essa iniciativa também busca conquistar a confiança de um grupo de eleitores que se identificam mais com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Enquanto isso, o Ministério do Trabalho ainda tenta regulamentar o setor de motoristas de aplicativo, mas não teve sucesso até agora.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou nesta terça-feira, durante coletiva no Palácio do Planalto, um programa de financiamento para a compra de motos por entregadores de aplicativos. O objetivo é melhorar as condições de trabalho e facilitar o acesso ao crédito para esses profissionais. Lula destacou a importância de garantir também uma infraestrutura adequada para os entregadores, mencionando a necessidade de espaços para atender suas necessidades básicas.
O programa ainda não tem data definida para lançamento. Em maio, Lula se reuniu com presidentes de bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, para discutir a criação de uma linha de crédito que facilite a troca de motocicletas. O governo busca oferecer condições mais favoráveis para esses trabalhadores, que enfrentam desafios diários em suas atividades.
Motoristas de aplicativo não serão beneficiados por essa medida, que é vista como uma forma de conquistar um eleitorado que, segundo a avaliação do governo, tende a se identificar mais com o ex-presidente Jair Bolsonaro. O Ministério do Trabalho continua tentando regulamentar o setor de motoristas de aplicativo, mas até o momento não obteve sucesso. Um projeto foi enviado ao Congresso, mas não avançou devido à resistência de parlamentares e trabalhadores.
No caso dos entregadores de moto, ainda não houve um acordo com as empresas que permita o envio de uma proposta ao Legislativo. O governo segue buscando alternativas para melhorar as condições de trabalho nesse setor, que tem crescido significativamente nos últimos anos.
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