A advogada brasileira Priscila Corrêa, que trabalha com imigração e direitos humanos, foi retirada de um voo da Ryanair no Porto e agredida por policiais. Ela estava a caminho de um congresso em Madri e tinha feito check-in, despachando uma mala maior. O problema começou quando uma funcionária da companhia aérea não permitiu que ela levasse sua bagagem de mão. Priscila chamou a polícia para se defender, mas acabou sendo hostilizada e agredida pelos policiais, que a algemaram e a mantiveram detida por quatro horas. Ela mostrou hematomas e ferimentos e relatou que foi humilhada durante a situação. A polícia e a companhia aérea não comentaram o caso.
A advogada brasileira Priscila Corrêa, especialista em imigração e direitos humanos, foi retirada à força de um voo da Ryanair no Porto, Portugal, e agredida por policiais. O incidente ocorreu enquanto ela se preparava para embarcar para um congresso em Madri. Priscila relatou que a situação começou quando sua bagagem de mão foi recusada, apesar de ter sido liberada no check-in.
Em depoimento ao Portugal Giro, Priscila contou que, ao tentar embarcar, foi abordada por cinco policiais. “Estava indo para o assento, mostrando o meu lugar ao comissário, que já havia me dado boa noite”, afirmou. Em vídeos compartilhados nas redes sociais, a advogada descreveu a experiência como “humilhante, hostilizada e agredida”. Ela mostrou hematomas nos braços e nas pernas, além de relatar que sua blusa foi rasgada durante a abordagem.
Priscila explicou que, após ter sua bagagem de mão vetada por uma funcionária da companhia aérea, decidiu chamar a polícia para se defender. No entanto, os policiais a retiraram do avião sem permitir que ela falasse. “Fiquei quatro horas algemada, estou com os pulsos marcados”, disse. A advogada foi obrigada a se apresentar em um tribunal nos arredores do Porto após o incidente.
A Polícia de Segurança Pública e a Ryanair foram contatadas, mas não se pronunciaram sobre o caso até o momento. Priscila, que é ativa na defesa dos direitos dos imigrantes em Portugal, expressou sua indignação e afirmou que não se calará diante da situação.
Entre na conversa da comunidade