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Mãe leva filhos para o Brasil em meio a disputa judicial e acusações de abuso

Crianças argentinas desaparecidas há seis meses são alvo de alerta da Interpol; mãe alega proteção contra abusos do pai.

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Paco e Mateus Krause, duas crianças argentinas, estão desaparecidos há seis meses após serem levados ao Brasil pela mãe, Juliana Magalhães, sem a permissão do pai, Herman Krause. A Justiça Federal da Argentina agora está investigando o caso, enquanto a Interpol emitiu um alerta sobre as crianças. Juliana afirma que fugiu para proteger os filhos de abusos, enquanto Herman a acusa de sequestro. Após a separação, Juliana fez denúncias de violência contra Herman, mas essas acusações foram arquivadas por falta de provas. Herman não vê os filhos há mais de 200 dias e registrou um boletim de ocorrência quando soube que eles estavam no Brasil. As crianças estão em São Paulo e frequentam a Escola Santa Catarina. O pai tentou buscar ajuda do governo brasileiro, mas a resposta foi que ele tinha uma ordem de restrição e não tinha a guarda das crianças. A situação é complicada, pois o Brasil costuma arquivar esses casos até que as crianças se adaptem ao novo ambiente. Um taxista que ajudou Juliana a levar as crianças ao Brasil também se apresentou para testemunhar, afirmando que ela planejava uma viagem temporária, mas acabou cruzando a fronteira sem autorização. A Justiça Federal Argentina está agora lidando com o caso, mas ainda não há uma solução clara.

Paco e Mateus Krause, crianças argentinas, estão desaparecidos há seis meses após serem levados ao Brasil pela mãe, Juliana Magalhães, sem o consentimento do pai, Herman Krause. O caso, que envolve uma disputa judicial complexa, agora está sob análise da Justiça Federal Argentina e da Interpol.

Juliana alega que fugiu para proteger os filhos de abusos, enquanto Herman a acusa de sequestro. As crianças foram levadas de La Plata para São Paulo em outubro de 2024, após serem retiradas da Escola José Manuel Estrada. A Interpol emitiu um alerta, mas as autoridades brasileiras não colaboraram efetivamente.

Herman registrou uma queixa alegando que as crianças foram levadas sem sua autorização. Ele não as vê há mais de 200 dias. Juliana, por sua vez, afirma que os filhos estão traumatizados e não querem ver o pai. Ela apresentou queixas de violência doméstica e abuso sexual contra Herman, que foram arquivadas por falta de provas.

A Justiça Federal Argentina investiga o caso, que pode ser classificado como sequestro internacional. O advogado de Juliana defende que a mãe agiu para proteger os filhos, enquanto Herman busca a devolução das crianças. A situação é complicada pela falta de cooperação do Brasil, que historicamente tende a arquivar esses casos.

Recentemente, um taxista se apresentou como testemunha, afirmando que levou Juliana e as crianças até a fronteira. Ele alertou sobre a ilegalidade da ação, mas não obteve apoio das autoridades. O caso continua em andamento, com a Justiça argentina buscando esclarecer os fatos e determinar a melhor solução para as crianças.

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