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Castro e comandante da PM se unem a Bacellar em campanha após tragédia na Baixada

Governador e secretário da PM reconhecem falhas em operação que resultou na morte de jovem e prometem apuração transparente sobre o caso.

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O governador Cláudio Castro e o secretário da Polícia Militar, coronel Marcelo Menezes, participaram de um evento em Belford Roxo, onde inauguraram uma nova base policial. Isso aconteceu após a exoneração dos comandantes do Bope e do COE, devido à morte de Herus Guimarães, de 23 anos, em uma operação policial durante uma festa junina. Durante o evento, Castro elogiou aliados políticos e mencionou a candidatura de Rodrigo Bacellar ao governo em 2026. Menezes reconheceu que houve falhas na operação, como a falta de cumprimento de protocolos de segurança, que resultaram em seis moradores baleados. A Corregedoria da PM está investigando o caso, e um policial civil foi preso por disparar durante um protesto em memória de Herus. O pai da vítima criticou a ação policial, questionando a autorização para a operação. Menezes afirmou que as imagens das câmeras dos policiais serão entregues para investigação, garantindo que a apuração será transparente. A situação continua a gerar protestos e dúvidas sobre a segurança pública no estado.

Em meio à crise de segurança pública no Rio de Janeiro, o governador Cláudio Castro e o secretário da Polícia Militar, coronel Marcelo Menezes, participaram de um evento em Belford Roxo. A ocasião, marcada pela inauguração de uma nova base policial, ocorreu após a exoneração dos comandantes do Bope e do COE, em decorrência da morte de Herus Guimarães, de 23 anos, durante uma operação em uma festa junina.

Durante o evento, Castro elogiou aliados políticos, como o senador Ciro Nogueira e Antonio Rueda, presidente do União Brasil, destacando a importância de suas contribuições para a segurança do estado. O governador também fez referência à candidatura de Rodrigo Bacellar ao governo do Rio em 2026, enfatizando a necessidade de parcerias para melhorar a segurança pública.

O coronel Menezes admitiu que houve falhas no planejamento da operação que resultou na morte de Herus. Ele ressaltou que protocolos de segurança não foram seguidos, o que levou a um impacto negativo na comunidade. Seis moradores foram baleados, e a operação foi realizada sem a devida avaliação de risco, especialmente considerando que um evento festivo estava em andamento.

A Corregedoria da PM investiga a ação, e um policial civil foi preso após disparar durante um protesto em memória de Herus. O pai da vítima, Fernando Guimarães, criticou a atuação policial, afirmando que a família estava na festa quando os agentes entraram atirando. Ele questionou a autorização para a operação e a conduta dos policiais, que, segundo ele, agiram com truculência.

Menezes afirmou que as imagens das câmeras corporais dos policiais envolvidos na operação serão entregues à Corregedoria e ao Ministério Público para esclarecer os eventos. Ele garantiu que a apuração será feita de forma transparente, sem condenações prévias. A situação continua a gerar protestos e questionamentos sobre a segurança pública no estado.

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