Quatro execuções estão programadas para esta semana em diferentes estados dos Estados Unidos, marcando um aumento nas penalidades capitais. Seis execuções estão previstas para junho, o que pode resultar no maior número de execuções até junho desde dois mil e onze. A administração do ex-presidente Donald Trump tem incentivado a expansão da pena de morte, […]
Quatro execuções estão programadas para esta semana em diferentes estados dos Estados Unidos, marcando um aumento nas penalidades capitais. Seis execuções estão previstas para junho, o que pode resultar no maior número de execuções até junho desde dois mil e onze.
A administração do ex-presidente Donald Trump tem incentivado a expansão da pena de morte, o que coincide com um aumento recente nas execuções. O diretor do Death Penalty Policy Project, Robert Dunham, afirmou que, embora agrupamentos de execuções não sejam incomuns, a frequência tem diminuído nos últimos anos. Desde o pico em mil novecentos e noventa e nove, quando quase cem pessoas foram executadas, o número caiu drasticamente, especialmente durante a pandemia de Covid-19.
Entre os condenados, Gregory Hunt, da Alabama, está programado para ser executado na terça-feira, após mais de trinta anos no corredor da morte. Ele será executado por meio de hipoxia por nitrogênio, um método que foi utilizado pela primeira vez no estado em dois mil e vinte. Anthony Wainwright, da Flórida, também será executado na terça-feira, por um crime cometido em mil novecentos e noventa e quatro. Ele enfrenta a pena de morte após ter sido condenado por assassinar uma mulher.
Na quinta-feira, John Hanson, de Oklahoma, será executado por um homicídio ocorrido em mil novecentos e noventa e nove. Sua execução foi aprovada após um pedido de transferência para a custódia estadual, que foi aceito pela atual administração, ao contrário do que ocorreu anteriormente. Por fim, Stephen Stanko, da Carolina do Sul, está agendado para ser executado na sexta-feira, por um assassinato cometido em dois mil e cinco.
Essas execuções refletem uma mudança nas políticas estaduais e um ressurgimento do uso da pena de morte, com alguns estados retomando as execuções após longos períodos de inatividade.
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