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Explosivos provocam morte e aumentam tensão na Colômbia; entenda a situação

Sete explosões, incluindo quatro carros-bomba, em Cali e arredores, elevam a tensão na Colômbia após atentado contra senador.

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Sete ataques com explosivos, incluindo quatro carros-bomba, aconteceram em Cali e cidades próximas, resultando em pelo menos uma morte. Esses ataques ocorreram três dias após o senador Miguel Uribe ser baleado em um comício em Bogotá, aumentando as preocupações sobre a segurança na Colômbia. As explosões atingiram áreas perto de delegacias de polícia e foram atribuídas a dissidentes das Farc, que ainda lutam contra o governo. Até agora, nenhuma organização assumiu a responsabilidade pelos ataques. Uribe, que é pré-candidato à Presidência em 2026, está internado em estado grave após passar por cirurgia. A situação de violência lembra o passado da Colômbia, quando políticos eram assassinados. O governo de Gustavo Petro enfrenta críticas da oposição, que é acusada de incitar a violência. O presidente não comentou os atentados, mas defendeu seu compromisso com a paz. Os colombianos têm se mobilizado em marchas pedindo o fim da violência, enquanto as autoridades investigam os ataques.

Sete ataques com explosivos, incluindo quatro carros-bomba, deixaram ao menos uma pessoa morta nesta terça-feira (10) em Cali e municípios vizinhos, na Colômbia. Os atentados ocorreram três dias após o senador Miguel Uribe ser baleado em um comício em Bogotá, aumentando as preocupações sobre a segurança no país.

As explosões, que atingiram áreas próximas a delegacias de polícia, foram atribuídas a dissidentes das extintas Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), que continuam a lutar contra o governo de Gustavo Petro. Até o momento, nenhuma organização reivindicou a autoria dos ataques. Os carros-bomba explodiram em Jamundí e Corinto, ambos no departamento do Valle del Cauca, onde Cali é a capital.

O clima de tensão já era elevado após o atentado contra Uribe, que é pré-candidato à Presidência nas eleições de maio de 2026. Ele permanece internado em estado grave, após passar por cirurgia na cabeça e na perna, com pouca resposta ao tratamento médico, segundo o hospital.

Repercussões e Críticas

A escalada da violência remete ao passado sombrio da Colômbia, marcado por assassinatos de políticos nas décadas de 1980 e 1990. A situação pressiona o governo de Petro, que enfrenta críticas da oposição, acusada de incitar a violência. Em um post nas redes sociais, o presidente não mencionou os recentes atentados, mas defendeu seu mandato como um compromisso com a paz e a justiça social.

Os colombianos têm se mobilizado em marchas pedindo o fim da violência, refletindo a crescente preocupação com a segurança no país. A situação continua a se desenvolver, e as autoridades seguem investigando os ataques.

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