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Nunes Marques decide manter Rogério de Andrade preso em presídio federal

Ministro do STF autoriza nova denúncia contra Rogério de Andrade, após novas provas do MPRJ sobre o assassinato de Fernando Iggnácio.

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O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou a reclamação da defesa de Rogério de Andrade, um bicheiro acusado de envolvimento na morte de Fernando Iggnácio. A decisão foi tomada em 10 de junho e se baseou em novas provas apresentadas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Em 2022, a ação penal contra Andrade havia sido trancada por falta de evidências, mas o MPRJ conseguiu reunir novos elementos que justificaram uma nova denúncia. O crime ocorreu em novembro de 2020, quando Iggnácio, genro de Castor de Andrade, foi assassinado. Nunes Marques afirmou que a reclamação da defesa não tinha fundamento, pois as novas provas eram suficientes para reabrir o caso. Ele também destacou que a decisão anterior do STF permitia que o caso fosse reavaliado se surgissem novas evidências. A nova denúncia complica a situação de Rogério de Andrade, que pode enfrentar um novo processo judicial.

O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou a reclamação da defesa de Rogério de Andrade, bicheiro acusado de envolvimento na morte de Fernando Iggnácio. A decisão foi proferida nesta terça-feira, 10 de junho, e se baseou em novas provas apresentadas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).

Em 2022, a ação penal contra Andrade foi trancada pelo STF devido à falta de evidências na denúncia inicial. No entanto, o MPRJ conseguiu reunir novos elementos que justificaram o oferecimento de uma nova denúncia. O crime ocorreu em novembro de 2020, quando Iggnácio, genro de Castor de Andrade, foi assassinado em um heliporto no Recreio.

Na sua decisão, Nunes Marques destacou que a reclamação da defesa não procedia, uma vez que o MPRJ apresentou “elementos de prova suficientes para o recebimento” da nova denúncia. O ministro também lembrou que a decisão anterior do STF permitia a reabertura do caso caso surgissem novas evidências.

O Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPRJ foi responsável por reunir as novas provas que possibilitaram a nova ação. O ministro enfatizou que não houve desrespeito à decisão anterior do STF, que permitia a continuidade das investigações.

Nunes Marques ainda ressaltou que a decisão do MPRJ estava em conformidade com a jurisprudência do STF, desautorizando a defesa a utilizar os mesmos argumentos em novos recursos. A situação de Rogério de Andrade agora se complica com a nova denúncia, que poderá levar a um novo processo judicial.

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