Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, se preparou para seu depoimento no Supremo Tribunal Federal (STF) consultando Michel Temer. Ele buscou adotar um tom mais calmo e pediu desculpas a Alexandre de Moraes e outros ministros por críticas feitas em 2022. Durante a audiência, Bolsonaro afirmou que não tinha intenção de acusar ninguém de desvio de conduta e fez uma piada ao convidar Moraes para ser seu vice, mas o ministro recusou. Essa foi a primeira vez que eles se encontraram no contexto da investigação sobre um suposto golpe para impedir a posse de Lula. Aliados de Temer acharam que Bolsonaro se saiu bem, e a interação entre os ex-presidentes é vista como uma tentativa de melhorar as relações, após tensões entre Bolsonaro e o STF. A situação ainda está em desenvolvimento.
O ex-presidente Jair Bolsonaro consultou o ex-presidente Michel Temer antes de seu depoimento no Supremo Tribunal Federal (STF), onde é investigado por suposto planejamento de um golpe de Estado para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva em 2022. A conversa teve como foco a adoção de um tom mais comedido e menos agressivo durante a audiência.
Bolsonaro, que passou o fim de semana em São Paulo se preparando com advogados, pediu desculpas a Alexandre de Moraes e outros ministros do STF por críticas feitas em uma reunião ministerial em julho de 2022. Durante o depoimento, ele afirmou: não tive intenção de acusar de desvio de conduta. O ex-presidente também fez uma brincadeira ao convidar Moraes para ser seu vice na próxima eleição, ao que o ministro respondeu que declina.
A audiência, que ocorreu na terça-feira, foi a primeira vez que Bolsonaro e Moraes se encontraram frente a frente no contexto do caso que investiga se o ex-presidente e outros réus planejaram um golpe para barrar a posse de Lula. O ex-presidente é acusado de crimes como abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.
Aliados de Temer acompanharam o depoimento e consideraram que Bolsonaro se saiu bem. A interação entre os dois ex-presidentes é vista como uma tentativa de pacificação, especialmente após um histórico de tensões entre Bolsonaro e o STF. A situação continua a se desenrolar, com a expectativa de novos desdobramentos no caso.
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