O governador Claudio Castro sancionou um projeto de lei que declara Jesus Cristo como Guardião do Estado do Rio de Janeiro, uma proposta que veio da Assembleia Legislativa em 2022, principalmente da bancada evangélica. No entanto, ele vetou um artigo que daria honras de Estado a Jesus, alegando que a organização da administração pública é responsabilidade do Executivo. Os deputados que apoiaram a proposta disseram que o Estado precisa da proteção de Jesus. O projeto foi apresentado por Tia Ju, da Igreja Universal do Reino de Deus, e teve apoio de outros parlamentares evangélicos. O relator Rodrigo Amorim defendeu a ideia, dizendo que ela busca inspirar políticas sociais com valores como amor e solidariedade. A proposta também gerou discussões sobre a relação entre religião e política no estado.
O governador Claudio Castro sancionou, nesta quinta-feira, um projeto de lei que declara Jesus Cristo como Guardião do Estado do Rio de Janeiro. A proposta, originada na Assembleia Legislativa em 2022, foi impulsionada principalmente pela bancada evangélica. Contudo, Castro vetou um artigo que previa honras de Estado a Jesus, argumentando que a organização da administração pública é uma atribuição exclusiva do Executivo.
Os deputados justificaram a proposta afirmando que o Estado necessita da proteção de Aquele que se dispôs a entregar a própria vida para nos salvar. O projeto foi apresentado por Tia Ju, da Igreja Universal do Reino de Deus, e contou com o apoio de vários parlamentares evangélicos, como Carlos Macedo e Samuel Malafaia. Durante a tramitação, uma emenda da Comissão de Constituição e Justiça excluiu um artigo que permitia ao governo regulamentar a iniciativa.
O relator Rodrigo Amorim defendeu a nomeação de Jesus Cristo como guardião, destacando que isso visa inspirar políticas sociais baseadas em valores como amor e solidariedade. A biografia de Jesus foi apresentada no texto, ressaltando sua importância como líder religioso e profeta. A proposta reflete um movimento crescente de integração entre religião e política no estado, levantando debates sobre a laicidade do governo.
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