Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, começou seu terceiro mandato com opiniões divididas sobre seu governo. Uma pesquisa recente do Datafolha mostrou que 28% dos eleitores acham sua gestão ótima ou boa, enquanto 40% a consideram ruim ou péssima. Outros 31% a veem como regular. Esses números mostram uma leve estabilidade em relação a abril, quando 29% a avaliavam positivamente e 38% negativamente. A pesquisa também revelou que 46% dos eleitores aprovam o governo de Lula, uma queda em relação a 48% em abril, enquanto 50% desaprovam, um aumento em relação a 49%. Entre as duas pesquisas, o governo enfrentou uma crise significativa devido a um esquema que desviou dinheiro de aposentados do INSS, o que pode ter afetado a percepção pública. O Datafolha entrevistou 2.004 eleitores em 136 municípios nos dias 10 e 11 de outubro, com uma margem de erro de dois pontos percentuais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em seu terceiro mandato, enfrenta uma avaliação mista de seu governo. De acordo com a pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 12, 28% dos eleitores consideram sua gestão ótima ou boa, enquanto 40% a avaliam como ruim ou péssima. Outros 31% classificam a administração como regular, e 1% não soube ou não respondeu.
Os dados mostram uma leve estabilidade em comparação com a pesquisa anterior, realizada em abril, quando 29% dos entrevistados consideravam o governo bom, e 38% o viam de forma negativa. A pesquisa também revelou que 46% dos eleitores aprovam a gestão de Lula, uma queda em relação aos 48% registrados em abril. Por outro lado, 50% desaprovam o governo, um leve aumento em relação aos 49% da pesquisa anterior.
Crise e Desafios
Entre as duas pesquisas, o governo enfrentou uma de suas piores crises, marcada pela revelação de um esquema fraudulento que desviou bilhões de reais dos proventos de aposentados e pensionistas do INSS. Essa situação pode ter impactado a percepção pública sobre a administração.
O Datafolha entrevistou 2.004 eleitores em 136 municípios do Brasil nos dias 10 e 11 de outubro. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o que indica que a avaliação do governo pode variar dentro desse intervalo.
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