O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falou sobre a situação no Congresso em relação a uma Medida Provisória que sugere aumento de impostos. Ele disse que é importante evitar uma crise institucional e que não há clima político para aumentar os gastos no último ano de mandato. Haddad comentou que teve uma boa reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta, mas a situação piorou depois. Ele lembrou que, no governo anterior, houve um aumento de gastos no último ano, mas isso não ajudou na reeleição do ex-presidente. O ministro destacou que o déficit não vai decidir a próxima eleição e que é necessário um diálogo entre o governo e o Congresso para resolver os problemas fiscais do país.
Em meio a um impasse no Congresso sobre a Medida Provisória que propõe o aumento de impostos, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, enfatizou a necessidade de evitar uma crise institucional. Durante um encontro promovido pelo Grupo Prerrogativas, na noite de sexta-feira (13), Haddad reconheceu que as divergências entre o Executivo e os parlamentares são naturais, mas alertou que esse conflito não deve se transformar em um jogo de empurra.
O ministro destacou que a reunião que teve com o presidente da Câmara, Hugo Motta, no último domingo (8), foi “espetacular”, mas a situação se reverteu ao longo da semana. Ao ser questionado sobre a possibilidade de aumento de gastos no último ano de mandato, Haddad afirmou que não há ambiente político para isso e que o arcabouço fiscal atual não permite mudanças abruptas nos gastos do governo.
Haddad também mencionou que, durante o governo de Jair Bolsonaro, houve uma expansão fiscal no último ano, mas isso não garantiu a reeleição do ex-presidente. Ele ressaltou que o tamanho do déficit não definirá a eleição, enfatizando a necessidade de um diálogo construtivo entre o governo e o Congresso para encontrar soluções viáveis para a situação fiscal do país.
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