O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falou na Câmara dos Deputados sobre as políticas econômicas do governo Lula, como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais. Ele criticou a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, mencionando problemas como “calotes” e privatizações feitas a preços baixos. Haddad disse que o governo atual está corrigindo os erros da administração anterior e destacou que já quitaram cerca de 90 bilhões de reais em precatórios que não foram pagos antes. Ele também mencionou que foram destinados 24 bilhões de reais para ajudar os estados a compensar perdas de arrecadação devido à redução do ICMS sobre combustíveis. A audiência teve momentos tensos, com deputados da oposição acusando o governo de gastar demais, enquanto Haddad respondeu que o superávit apresentado por Bolsonaro foi resultado de privatizações mal feitas. A discussão foi encerrada antes do previsto, com Haddad chamando a atitude da oposição de “molecagem”.
Em audiência na Câmara dos Deputados, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu as políticas econômicas do governo Lula, incluindo a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais. Haddad criticou a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, mencionando “calotes” e privatizações realizadas a preços baixos.
O ministro afirmou que o governo atual está corrigindo os problemas deixados pela administração anterior. “Estamos arrumando sua bagunça, Bolsonaro. Quem está isentando o trabalhador do imposto de renda somos nós”, destacou Haddad em suas redes sociais. A discussão na Câmara, marcada por tensões, envolveu os deputados Nikolas Ferreira e Carlos Jordy, que criticaram o que chamaram de “gastança” do governo.
Haddad rebateu as críticas, afirmando que o superávit de 55 bilhões de reais apresentado por Bolsonaro em 2022 foi resultado de privatizações mal feitas e contas que foram adiadas. Ele mencionou que o governo Lula já quitou cerca de 90 bilhões de reais em precatórios que não foram pagos pela gestão anterior. Além disso, o governo atual destinou 24 bilhões de reais para compensar perdas de arrecadação dos estados devido à redução do ICMS sobre combustíveis.
A audiência foi encerrada antes do previsto, após a troca de acusações entre os parlamentares. Haddad caracterizou a atitude da oposição como “molecagem”, enquanto os deputados da oposição insistiram que o governo atual continua com as contas no vermelho, mesmo com o aumento de impostos.
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