O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, vai tirar férias a partir de segunda-feira, 16 de junho, e deve voltar ao trabalho no dia 22. Durante esse período, Dario Durigan, que é o secretário-executivo do ministério, ficará no lugar dele. As férias foram antecipadas para cumprir as regras do banco de horas do governo. Enquanto Haddad estiver ausente, a Câmara dos Deputados vai votar a urgência de um projeto que quer cancelar o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Para que essa urgência seja aprovada, são necessários 257 votos dos 513 deputados. A votação é importante porque o governo enfrenta dificuldades para aumentar impostos, e o presidente da Câmara, Hugo Motta, comentou que o clima entre os parlamentares não é favorável a isso. O governo já fez um bloqueio de mais de 30 bilhões de reais para seguir o teto de gastos, e o aumento do IOF era esperado para trazer 20 bilhões de reais, mas a oposição quer suspender essa mudança.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, inicia suas férias na próxima segunda-feira, 16 de junho, e deve retornar ao cargo no dia 22. Durante sua ausência, Dario Durigan, secretário-executivo do ministério, assumirá interinamente. As férias, que estavam inicialmente programadas para julho, foram antecipadas para atender às regras do sistema de banco de horas do governo.
Neste período, a Câmara dos Deputados votará a urgência do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que visa derrubar o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Para que a urgência seja aprovada, é necessário o apoio de 257 dos 513 deputados. A aprovação permitirá que o projeto seja analisado diretamente no plenário, acelerando o processo legislativo.
A votação ocorre em um momento crítico, já que o governo enfrenta resistência em relação a aumentos de impostos. O presidente da Câmara, Hugo Motta, destacou que o clima entre os parlamentares não é favorável a tais medidas. O novo decreto do governo, que revisou aumentos anteriores, restabeleceu a alíquota sobre crédito para empresas em 0,38% e eliminou a taxa fixa de 0,95% sobre risco sacado.
Além disso, o governo já anunciou um bloqueio de recursos superior a 30 bilhões de reais para atender ao teto de gastos. A alta do IOF era esperada para trazer 20 bilhões de reais aos cofres públicos, mas a oposição pressiona para a suspensão do novo texto. A situação fiscal do governo se torna ainda mais delicada com a resistência dos parlamentares em aprovar qualquer aumento de impostos.
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