Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Congresso aprova uso de emendas para pagamento de salários de profissionais de saúde

Congresso aprova uso de emendas parlamentares para salários de profissionais da saúde, desafiando recomendações do Tribunal de Contas da União.

0:00
Carregando...
0:00

O Congresso Nacional aprovou uma nova regra que permite usar emendas parlamentares para pagar os salários de profissionais da saúde. Essa decisão foi tomada em um momento de tensão entre o governo de Lula e o Parlamento, especialmente sobre a liberação de recursos para a saúde. A votação foi simbólica e teve apoio da maioria, exceto dos partidos PSOL e Novo. O projeto foi assinado pelos presidentes da Câmara e do Senado e busca ajudar prefeitos que estão com dificuldades financeiras. A nova regra permite o uso de emendas de comissão e de bancada, mas não de emendas individuais. A deputada Adriana Ventura, do Novo, criticou a medida, chamando-a de “lambança orçamentária”. O Tribunal de Contas da União também se opõe, dizendo que é inadequado usar emendas para pagar pessoal, já que esses recursos são temporários. Além disso, os parlamentares estão pressionando o governo para liberar emendas mais rapidamente, já que houve um aumento significativo na execução dessas emendas. O governo estabeleceu um limite de pagamento de R$ 42,8 bilhões para este ano, que é menor do que o autorizado na Lei Orçamentária. Até agora, foram desembolsados R$ 5,6 bilhões, principalmente para quitar dívidas anteriores. A nova regra pode mudar como os recursos são repassados e como os municípios gerenciam suas finanças na saúde pública.

O Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira a resolução que permite o uso de emendas parlamentares para o pagamento de salários de profissionais da saúde. A medida surge em meio a tensões entre o governo de Luiz Inácio Lula da Silva e o Parlamento, especialmente sobre a liberação de recursos para a saúde.

A votação foi simbólica e contou com o apoio da maioria dos deputados e senadores, com exceção das bancadas do PSOL e do Novo. O projeto, assinado pelos presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, visa atender a uma demanda de prefeitos que enfrentam dificuldades financeiras para manter a folha de pagamento dos profissionais de saúde.

A resolução permite o uso de emendas de comissão e de bancada, mas mantém a proibição para emendas individuais. Adriana Ventura, deputada pelo Novo, criticou a decisão, afirmando que ela representa uma “lambança orçamentária” e ignora recomendações técnicas. O Tribunal de Contas da União também se opõe à medida, considerando inadequado o uso de emendas para pagamento de pessoal, dada sua natureza temporária.

Contexto Financeiro

Parlamentares têm pressionado o governo por maior agilidade na liberação de emendas, especialmente após o contingenciamento de despesas. Um levantamento da Warren Investimentos revelou que o volume de empenhos saltou de R$ 24,9 milhões até maio para R$ 151,2 milhões nos primeiros dias de junho, um aumento significativo na execução de emendas impositivas.

O governo fixou em R$ 42,8 bilhões o limite de pagamento das emendas para o ano, abaixo dos R$ 50,4 bilhões autorizados na Lei Orçamentária Anual. Até o momento, o total desembolsado com emendas foi de R$ 5,6 bilhões, concentrando-se em restos a pagar. A aprovação da nova resolução pode impactar a dinâmica de repasses e a gestão financeira dos municípios, que dependem desses recursos para a saúde pública.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais