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Moraes autoriza acareação entre Mauro Cid e Braga Netto sobre golpe tentado

Acareações entre Walter Braga Netto e Mauro Cid ocorrerão no STF em 24 de junho, enquanto investigações sobre plano golpista avançam.

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O ex-ministro Walter Braga Netto está preso desde dezembro no Rio de Janeiro e sua situação está sendo investigada pelo STF. O ministro Alexandre de Moraes autorizou acareações entre Braga Netto e Mauro Cid, além de entre Anderson Torres e Marco Antônio Freire Gomes, marcadas para o dia 24 de junho. Braga Netto será transferido para Brasília para participar da acareação, onde Cid afirmou que ele teria financiado um plano golpista, o que Braga Netto nega. Moraes também pediu informações ao Google sobre quem publicou uma minuta sugerindo um golpe e à Marinha sobre uma ordem relacionada à Operação Formosa de 2021. Essas ações fazem parte de uma investigação sobre uma suposta trama golpista após as eleições de 2022. O pedido da defesa de Jair Bolsonaro para anular a delação de Mauro Cid foi rejeitado por Moraes, que considerou o pedido inadequado neste momento.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou acareações entre o ex-ministro Walter Braga Netto e o tenente-coronel Mauro Cid, além de entre Anderson Torres e o ex-comandante do Exército Marco Antônio Freire Gomes. As acareações estão agendadas para o dia 24 de junho e ocorrerão no STF.

Braga Netto, que se encontra preso preventivamente no Rio de Janeiro desde dezembro, será transferido para Brasília apenas para participar da acareação. Na última semana, ele foi ouvido por videoconferência. As declarações de Cid, que alegou que Braga Netto teria financiado um plano golpista, estão no centro das investigações. O ex-ministro nega as acusações.

Medidas Adicionais

Além das acareações, Moraes requisitou informações ao Google e à Marinha. O Google deve fornecer, em 48 horas, dados sobre o responsável pela publicação de uma minuta que sugere um golpe. A Marinha, por sua vez, deve informar a data da expedição de uma ordem relacionada à Operação Formosa 2021, realizada em agosto de 2021.

Essas decisões fazem parte de um inquérito que investiga uma suposta trama golpista após as eleições de 2022. Moraes também rejeitou um pedido da defesa de Jair Bolsonaro para anular a delação de Mauro Cid, que envolve mensagens trocadas em redes sociais. O ministro considerou o pedido “impertinente” neste momento processual.

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