O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decidiu que a delação de Mauro Cid não será anulada e autorizou acareações entre réus e testemunhas, marcadas para a próxima terça-feira, 24. As acareações vão envolver o general Braga Netto, o tenente-coronel, o ex-comandante do Exército Freire Gomes e o ex-ministro da Justiça Anderson Torres. Essa será a primeira vez que Braga Netto irá ao STF desde sua prisão no ano passado. Moraes afirmou que os réus podem mentir ou ficar em silêncio, enquanto Freire Gomes, como testemunha, deve dizer a verdade. As acareações ocorrerão pela manhã, começando com Cid e Braga Netto às 10h, seguidas por Torres e Freire Gomes às 11h. O ministro também negou pedidos da defesa de Jair Bolsonaro para anular a delação de Cid, considerando-os irrelevantes, e não permitiu acesso a investigações paralelas que não estão ligadas ao caso.
O ministro do STF, Alexandre de Moraes, rejeitou o pedido de anulação da delação de Mauro Cid e autorizou acareações entre réus e testemunhas. As audiências estão agendadas para a próxima terça-feira, 24, no STF.
As acareações envolverão o general Braga Netto e o tenente-coronel, além do ex-comandante do Exército Freire Gomes e do ex-ministro da Justiça Anderson Torres. Moraes atendeu a solicitações das defesas de Torres e Braga Netto, que foram apresentadas recentemente.
Na acareação, as partes se confrontarão pessoalmente, sendo essa a primeira vez que Braga Netto comparecerá ao STF desde sua prisão no ano passado. O ministro destacou que os réus têm o direito de mentir ou permanecer em silêncio, enquanto Freire Gomes, como testemunha, terá a obrigação de dizer a verdade.
Detalhes das Acareações
As acareações estão programadas para ocorrer pela manhã. A primeira, entre Cid e Braga Netto, está marcada para as 10h, seguida pela acareação entre Torres e Freire Gomes, prevista para as 11h. Além disso, Moraes autorizou outros pedidos das defesas, incluindo informações sobre uma operação naval da Marinha e a data de divulgação de uma minuta golpista pela PF.
Moraes considerou como “irrelevantes” e “impertinentes” os pedidos da defesa de Jair Bolsonaro para anular a delação de Cid, que se baseavam em supostas mensagens reveladas por uma revista. O ministro também negou o acesso a investigações paralelas, afirmando que não têm relação com a ação penal sobre a tentativa de golpe.
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