A Câmara Municipal do Rio de Janeiro está discutindo um Projeto de Lei que obriga novas construções a enterrar a fiação elétrica e de telecomunicações nas calçadas. Essa mudança no Código de Obras do município visa melhorar a segurança e a aparência da cidade, evitando acidentes causados por quedas de árvores sobre a fiação durante chuvas fortes. O autor do projeto, Paulo Messina, afirmou que a medida não trará custos adicionais para os cidadãos e beneficiará também as empresas de energia e telecomunicações, que não precisarão fazer manutenções constantes nas redes expostas. A proposta precisa de 26 votos a favor para ser aprovada e é parte de um esforço maior para melhorar a infraestrutura urbana e a segurança da população.
Está em discussão na Câmara Municipal do Rio um Projeto de Lei que visa obrigar futuras construções a enterrar a fiação elétrica e de telecomunicações nas calçadas. A proposta, que altera o Código de Obras do município, requer a instalação de dutos nos passeios em frente às novas edificações. Para ser aprovada, são necessários 26 votos a favor, por se tratar de um projeto de maioria absoluta.
O autor do projeto, Paulo Messina, destacou os problemas causados por chuvas e ventanias, como a queda de árvores sobre a rede elétrica. Messina afirmou que a medida não apenas melhora a estética urbana, mas também reduz o risco de acidentes e interrupções de energia. “Se chove um pouco mais forte e cai um galho de árvore, leva junto a fiação e a energia, além do risco de choque elétrico”, alertou.
Benefícios da Proposta
A proposta é vista como uma solução a longo prazo que beneficiará a cidade e seus habitantes. Messina ressaltou que, ao não onerar o cidadão, a cidade poderá ter um ambiente mais seguro e agradável. Além disso, as operadoras de energia e telecomunicações também se beneficiarão, pois estarão livres da manutenção constante das redes expostas.
A discussão sobre a infraestrutura urbana e a segurança da população é uma prioridade para a Câmara Municipal. Com a implementação desse projeto, espera-se que o Rio de Janeiro avance em direção a um espaço urbano mais organizado e seguro para todos.
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